29 dezembro, 2012

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ SITE OFICIAL

Olá, agora você pode acessar o site oficial das Testemunhas de Jeová.




Nele você vai encontrar a Bíblia on line, publicações para pesquisa, e nossas revistas que podem ser baixadas em PDF ou MP3.

“Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada.” — Mateus 24:14.

http://www.jw.org/pt

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24 outubro, 2012

Deus é uma pessoa real?



Muitas pessoas ficam tão maravilhadas com a natureza que passam a acreditar  numa força superior, uma deidade.
A maioria acredita num  Deus Poderoso Criador de todas as coisas.

Mas, algumas pessoas acham difícil acreditar que Deus tenha pensamentos, emoções, desejos e um propósito. 
Será que Deus é uma pessoa real? 
A Bíblia, um dos livros sagrados mais antigos e de ampla circulação hoje, dá uma resposta clara.
Nos  ensina que o homem foi criado para refletir as qualidades de Deus. 
Gênesis 1:27 diz que “Deus criou os seres humanos . . . parecidos com [Ele]”. —

Isso não significa que os primeiros humanos eram cópias exatas de Deus. 
A Bíblia diz que Deus é um espírito invisível, mas que os humanos são feitos de elementos da Terra. (Gênesis 2:7; João 4:24) 
Excetuando essa diferença básica entre Deus e os humanos,  as qualidades humanas nos mostram como Deus realmente é.

Os humanos têm certa medida de poder e a capacidade de tomar decisões.
Essas ações podem ser motivadas por características como bondade, raciocínio, sabedoria prática e um senso de justiça. As nossas  emoções, todavia,  variam do amor ao ódio. São as várias combinações dessas características que nos tornam ligeiramente diferentes uns dos outros. De fato, cada um de nós tem uma personalidade diferente. Assim, os humanos são pessoas.

Não teria sentido Deus nos criar como pessoas complexas sendo ele mesmo uma força impessoal. Se somos feitos à imagem de Deus, então a natureza de Deus é parecida com a nossa.

A Bíblia diz que Deus tem um nome: Isaías 42:8: “Eu sou Jeová. Este é meu nome.” Deus quer que todas as pessoas conheçam seu nome.
A Bíblia também diz: “Venha a ser abençoado o nome de Jeová desde agora e por tempo indefinido. Desde o nascente do sol até o seu poente, o nome de Jeová deve ser louvado.” (Salmo 113:2, 3) Assim, por usar o nome de Deus com frequência, os adoradores dele o tratam como pessoa.

Ela também ensina:
Deus é sem igual. (1 Coríntios 8:5, 6) 
“É por isso que tu és deveras grande, ó Soberano Senhor Jeová; pois não há quem te seja igual e não há Deus além de ti”, diz a Bíblia. (2 Samuel 7:22) 
As Escrituras também descrevem Jeová como “o verdadeiro Deus nos céus em cima e na terra embaixo. Não há outro”. — Deuteronômio 4:39.

Deus odeia a maldade.  É preciso ser uma pessoa para sentir ódio.
A Bíblia diz que o Criador odeia coisas como “olhos altaneiros, língua falsa e mãos que derramam sangue inocente, o coração que projeta ardis prejudiciais, pés que se apressam a correr para a maldade, a testemunha falsa que profere mentiras e todo aquele que cria contendas entre irmãos”. (Provérbios 6:16-19) 
Vejam que Deus odeia atitudes e ações humanas que prejudicam outros humanos. Com isso, aprendemos que Deus se importa conosco e que ele odeia as coisas que nos prejudicam.
Ele é amor. “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna. "João 3:16
Os humanos podem receber muitas bênçãos por encarar a Deus como seu Pai amoroso.

Fica claro que, segundo a Bíblia, o Criador é uma pessoa única, com nome e personalidade. Ele tem poder e a capacidade de tomar ações bem pensadas e deliberadas, motivadas por qualidades nobres como bondade, sabedoria e um senso de justiça. Não está distante de nós nem é inacessível. 
Na realidade, ele diz: “Eu, Jeová, teu Deus, agarro a tua direita, Aquele que te diz: ‘Não tenhas medo. Eu mesmo te ajudarei.’” — Isaías 41:13.

Deus tem um propósito para a humanidade.  A Bíblia diz: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” (Salmo 37:29) 
Por saber que Jeová é único e tem uma identidade distinta, fica mais fácil desenvolver um relacionamento pessoal com ele e receber as bênçãos que ele oferece para aqueles que se tornam seus amigos. — Pedro 5:6, 7.

26 setembro, 2012

Como podemos hoje seguir as orientações de Deus




Vivemos em tempos críticos.
As Escrituras Sagradas garantem-nos que estes são os últimos dias do sistema corrupto deste mundo.
Muito em breve Deus intervirá para eliminar os perversos, e ele fará da Terra um paraíso, que era seu propósito original.
Mas o que espera de nós?
Podemos aprender de exemplos passados.
Em vez de agir como Adão e Eva, temos de obedecer a Deus e resistir ao Diabo.
Devemos seguir os exemplos de Enoque e de Noé, que corajosa e destemidamente tomaram o lado de Deus e proclamaram a Sua mensagem apesar da oposição da maioria das pessoas.
Abraão também teve coragem de seguir o Deus verdadeiro e de ser diferente de seu pai, que havia adorado a ídolos.
Como Abraão, temos de demonstrar fé por meio de ações, e empenhar-nos em seguir as orientações de Deus, mesmo a custo de muitos sacrifícios de nossa parte. Isso é necessário para obtermos a aprovação de Deus.
No entanto, exige-se mais.
É preciso também exercer fé no sacrifício de resgate de Jesus.
Deus amorosamente o enviou como “sacrifício propiciatório” pelos pecados do mundo inteiro. — 1 João 2:2.
Lembremo-nos sempre de que é Deus, não nós, quem determina o caminho da salvação.
Assim, se nos parece difícil ajustar os nossos conceitos ao conhecimento que adquirimos das Escrituras Sagradas, temos de entender que ganhar a aprovação de Deus deve ser a coisa mais importante para nós.
Deus está disposto a nos ajudar, se o buscarmos em oração sincera e com desejo genuíno de agradá-lo. — Salmo 143:10, 11.
Sem demora, portanto, aja para se certificar de que você tem conhecimento exato sobre Deus, seus propósitos e seus requisitos.
Jesus orou a Deus:
“Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3)
No entanto, não podemos adquirir esse conhecimento sem recorrer às orientações de Deus nos seus livros.
E, depois disso, temos de nos esforçar em aplicar o que aprendemos, para nos tornar “cumpridores da palavra e não apenas ouvintes”. — Tiago 1:22-25.

11 setembro, 2012

O que é a fé verdadeira?





“SEM FÉ É IMPOSSÍVEL AGRADAR-LHE BEM, POIS AQUELE QUE SE APROXIMA DE DEUS TEM DE CRER QUE ELE EXISTE E QUE SE TORNA O RECOMPENSADOR DOS QUE SERIAMENTE O BUSCAM.” — HEBREUS 11:6.

O que é fé?
Para alguns a fé é uma crença religiosa em Deus sem provas sólidas da Sua existência. H. L. Mencken, jornalista americano, definiu fé como “a crença ilógica na ocorrência do improvável”.
Será que é esta a fé descrita na Bíblia?
É vital entendermos bem o que a fé é, pois segundo as palavras citadas acima, ‘sem fé é impossível agradar a Deus’.
A Bíblia diz: “A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos.” (Hebreus 11:1, A Bíblia na Linguagem de Hoje)
A fé, portanto, tem base no conhecimento exato, em fatos nos quais podemos nos apoiar a fim de tomarmos decisões corretas. Só a crença não basta, é preciso haver uma razão para crer.
A título de ilustração: você tem um amigo em quem confia. Pode contar com ele, sabe que é uma pessoa de palavra e que, quando você tiver um problema, ele não o abandonará. É claro que você não encara assim uma pessoa que conheceu há um ou dois dias, mas sim alguém que repetidas vezes já mostrou ser de confiança e de palavra. Com a fé religiosa acontece a mesma coisa: ela deve produzir esperança e convicção alicerçadas em evidência sólida e confiável.

Muitas vezes a palavra fé é empregada quando na realidade se deveria empregar credulidade, uma prontidão para se acreditar em coisas sem base ou fundamento.
A credulidade com freqüência se alicerça em bases instáveis como as emoções e as superstições. A credulidade não é igual à fé visto que não tem um fundamento confiável.
A credulidade pode nos fazer tirar conclusões precipitadas que não estão em harmonia com a verdade bíblica. É por isso que a Bíblia nos adverte contra a fé sem fundamento: “Qualquer inexperiente põe fé em cada palavra, mas o argucioso considera os seus passos.” (Provérbios 14:15)
O apóstolo Paulo escreveu: “Certificai-vos de todas as coisas; apegai-vos ao que é excelente.” (1 Tessalonicenses 5:21) A Bíblia é a favor da fé baseada em evidências e não da credulidade.

Distinguir entre a fé verdadeira e a credulidade não é tão simples assim.
A pessoa pode ser religiosa e não ter a fé verdadeira.
Paulo observou: “A fé não é propriedade de todos.” (2 Tessalonicenses 3:2)
Mas existem pessoas que têm essa fé baseada na Bíblia e ela tem efeito na vida delas.
A fé verdadeira vincula o homem a Deus
Pode-se dizer que a fé é uma corrente formada de elos de confiança que vinculam o homem a Deus.
Como nós não nascemos com a fé verdadeira, precisamos cultivá-la.
Como?
A Bíblia explica: “A fé segue à coisa ouvida. Por sua vez, a coisa ouvida vem por intermédio da palavra acerca de Cristo.” — Romanos 10:17.
Isso significa que você precisa dedicar tempo para conhecer a Deus e os ensinos de seu Filho, Jesus Cristo.
Adquirir esse conhecimento exige esforço. (Provérbios 2:1-9)
Você deve empenhar-se para descobrir o que a Bíblia diz a fim de se convencer de que ela é confiável.

A fé verdadeira, contudo, não se limita apenas a se ter conhecimento ou a se crer que algo é verdade.
O coração, a fonte das motivações, também está envolvido. Romanos 10:10 diz: “Com o coração se exerce fé.” Como assim?
Ao meditar nas coisas referentes a Deus e aumentar o seu apreço por elas, você permite que a mensagem da Bíblia penetre bem fundo no coração. A sua fé cresce e fica mais forte à medida que as promessas de Deus o motivam e você vê as bênçãos Dele. — 2 Tessalonicenses 1:3.

A fé verdadeira é certamente uma preciosidade! Ela nos ajuda a confiar em Deus ao enfrentarmos situações difíceis, a confiar na sua capacidade de guiar nossos passos e a acreditar na sua disposição de cuidar das nossas necessidades.
Além do mais, Jesus Cristo, o Filho de Deus, apontou para um benefício duradouro da fé: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” (João 3:16)
Vida eterna — que presente maravilhoso para os que têm fé!
Ter fé na promessa de Deus de recompensar seus servos nos dá uma nova perspectiva para a vida.
Hebreus 11:6 diz que a fé verdadeira envolve a crença na capacidade de Deus de recompensar os “que seriamente o buscam”.
Está bem claro, portanto, que a fé verdadeira não é credulidade e é muito mais do que apenas acreditar que Deus existe. Envolve aceitar o fato de que Deus tem a capacidade de recompensar os que seriamente o buscam.
Você quer de coração conhecer a Deus?
Se a resposta for sim, então adquira conhecimento exato da Palavra Dele, a Bíblia, e a sua fé será recompensada. — Colossenses 1:9, 10.

10 setembro, 2012

VIVEMOS NOS ÚLTIMOS DIAS?





As expressões “últimos dias” e “tempo do fim” são usadas há séculos. (2 Timóteo 3:1; Daniel 12:4)
Ao responder à pergunta sobre “o sinal da [sua] presença e da terminação do sistema”, Jesus Cristo falou sobre “o fim”. (Mateus 24:3-42) 
Parece que tanto Daniel como Jesus se referiam a um término — uma mudança dramática que afetaria todas as pessoas que já viveram em nosso planeta. Daniel escreveu sobre o fim de todos os governos humanos. Jesus falou sobre “a terminação do sistema”.
Devemos nos preocupar com isso? É claro que sim. 
Todos os humanos deveriam se preocupar, pois todos estão envolvidos. 
Mesmo assim, muitas pessoas tratam esse assunto com indiferença. 
A Bíblia predisse: “Nos últimos dias virão ridicularizadores com os seus escárnios, procedendo segundo os seus próprios desejos e dizendo: ‘Onde está essa prometida presença dele? Ora, desde o dia em que os nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da criação.’” (2 Pedro 3:3, 4) De fato, algumas pessoas hoje acham que a História vem se repetindo e que a vida como a conhecemos continuará assim para sempre.
Assim, embora o momento exato do fim deste “sistema” não tenha sido revelado a nós, “o sinal” que Jesus deu nos ajuda a identificar o período que a Bíblia chama de “últimos dias”. (2 Timóteo 3:1) É uma época para ‘manter-se desperto’ a fim de que ‘sejamos bem-sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer’. — Lucas 21:36.
Jesus disse como poderíamos identificar os últimos dias: “Nação se levantará contra nação e reino contra reino; e haverá grandes terremotos, e, num lugar após outro, pestilências e escassez de víveres; e haverá vistas aterrorizantes e grandes sinais do céu.” (Lucas 21:10, 11) 
Jesus também disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mateus 24:14) 
Jesus pregou o Reino de Deus. Ele falou de um tempo em que as nações e os povos seriam julgados. Avisou que haveria uma tribulação maior do que qualquer outra que já tivesse ocorrido. E deu um sinal composto para indicar quando o mundo como o conhecemos estaria chegando ao fim. — Mateus 9:35; Marcos 13:19; Lucas 21:7-11; João 12:31.
Os acontecimentos mencionados por Jesus — guerras, terremotos, epidemias, falta de alimentos — não seriam novidade. Eles têm acontecido desde o início da história humana. A diferença é que todos eles ocorreriam no mesmo período.
Mas a Bíblia declara: “[Deus] fundou a terra sobre os seus lugares estabelecidos; não será abalada, por tempo indefinido ou para todo o sempre.” (Salmo 104:5) 
Com certeza, o Criador da Terra também pode sustentar a existência dela. Na realidade, ele “a formou . . . para ser habitada”. (Isaías 45:18) 
Mas não para ser habitada por humanos perversos, sujeitos à morte. 
Deus fixou um tempo para a restauração de seu domínio por meio do Reino mencionado em Daniel 2:44.
Ao falar do tempo do fim, Jesus incentivou seus discípulos a adotar um conceito positivo. Depois de falar sobre o sofrimento, a ansiedade e o medo que prevaleceriam durante a grande tribulação, ele disse: “Quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” (Lucas 21:28) Livramento do quê?
O apóstolo Pedro resumiu tudo isso muito bem: “Há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes há de morar a justiça.” (2 Pedro 3:13) 
Para haver justiça na Terra inteira, será preciso remover todas as pessoas que poderiam interferir nessas condições. Também será necessário fazer o mesmo com as nações de hoje, responsáveis por tantos conflitos e tanto derramamento de sangue na busca egoísta de seus interesses. 
Todos os governos humanos serão substituídos pelo Reino de Deus, nas mãos de Cristo. 
A respeito desse governo, recebemos a garantia: “Da abundância do domínio principesco e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer firmemente e para o amparar por meio do juízo e por meio da justiça, desde agora e por tempo indefinido. 
O próprio zelo de Jeová dos exércitos fará isso.” — Isaías 9:7.

Quando o Reino de Deus governar toda a Terra, seus súditos não estarão divididos por política, raça, religião ou fronteiras demarcadas num mapa.
Em vez disso, formarão uma fraternidade mundial unida pela verdade espiritual e pelo amor genuíno. (João 13:34, 35; 17:3, 17) De fato, sob o governo do Reino, “florescerá o justo” e haverá “abundância de paz até que não haja mais lua”. — Salmo 72:7.
Além disso, o Reino de Deus levará os humanos obedientes à perfeição mental e física, eliminando todas as doenças, o sofrimento e a morte. (Revelação [Apocalipse] 21:3, 4)
O resultado? Nosso planeta será um paraíso em todos os sentidos, cumprindo assim o propósito original de Deus declarado no Éden. — Gênesis 1:28.
Você pode ter a esperança de presenciar isso, pois a Bíblia garante que a “vontade [de Deus] é que toda sorte de homens sejam salvos e venham a ter um conhecimento exato da verdade”. (1 Timóteo 2:4) 
Não demore a agir. Absorva o conhecimento que significa vida eterna. (João 17:3) 


29 agosto, 2012

Sete princípios sábios para administrar o seu dinheiro



Os princípios a seguir são encontrados num livro antigo repleto de declarações práticas e atuais.
Pense em como eles podem ajudar você a administrar seu dinheiro.

1. “O mero amante da prata não se fartará de prata, nem o amante da opulência, da renda.” (Eclesiastes 5:10) O autor dessas palavras não era alguém pobre e invejoso. Era um dos homens mais ricos que já viveram, o Rei Salomão de Israel. Ele as escreveu baseado em sua própria experiência e observação. Homens ricos dos nossos dias já fizeram comentários similares.

2. “Tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. Os que querem ficar ricos caem em tentação.” (1 Timóteo 6:8, 9, Nova Versão Internacional) Essas palavras foram ditas pelo apóstolo Paulo, que abriu mão de uma carreira de sucesso e se tornou seguidor de Jesus Cristo. Ao contrário de alguns líderes religiosos de hoje, Paulo resistiu firmemente à tentação de se aproveitar de seus irmãos de fé e daqueles a quem ensinava. Por isso, ele podia dizer com sinceridade: “De ninguém cobicei a prata, ou o ouro, ou a vestimenta. Vós mesmos sabeis que estas mãos têm cuidado das minhas necessidades, bem como das daqueles que estavam comigo.” — Atos 20:33, 34.

3. “Quem de vós, querendo construir uma torre, não se assenta primeiro e calcula a despesa, para ver se tem bastante para completá-la?” (Lucas 14:28) A ilustração de Jesus pode ser aplicada a uma decisão que você tem de tomar ao fazer uma compra, especialmente com cartão de crédito: comprar por impulso ou ser paciente e calcular a despesa? Você precisa mesmo daquele item e tem condições de comprá-lo?

4. "O rico é quem domina sobre os de poucos meios, e quem toma emprestado é servo do homem que empresta."  (Provérbios 22:7) A recente crise financeira mundial tem exposto a insensatez das dívidas contraídas com cartões de crédito e de outros modos. Em alguns países, “é comum uma pessoa ter em média uma dívida de mais de 9 mil dólares em quatro ou mais cartões de crédito”, diz Michael Wagner no seu livro Your Money, Day One, publicado em 2009
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5. “O iníquo toma emprestado e não paga de volta, mas o justo está mostrando favor e está dando presentes.” (Salmo 37:21) Alguns procuram maneiras fáceis de evitar pagar suas dívidas. Mas os que dão valor à sua relação com Deus reconhecem a importância de fazer o máximo para quitar suas dívidas e também de ser generosos.

6. “Eu era moço, também fiquei velho, e, no entanto, não vi nenhum justo completamente abandonado, nem a sua descendência procurando pão.” (Salmo 37:25) Essas palavras foram escritas por um homem que foi tratado injustamente. Por anos foi fugitivo e houve ocasiões em que viveu em cavernas ou buscou asilo em países estrangeiros. Mais tarde, esse fugitivo, Davi, tornou-se rei do Israel antigo. Durante sua vida ele sentiu a veracidade das palavras acima.

7. “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Essas palavras foram ditas pelo maior homem que já viveu. “Pela alegria que se lhe apresentou”, Jesus usou sua vida na Terra para ajudar outros. Hoje, ele é uma criatura espiritual imortal nos céus ao lado direito do “Deus feliz”, Jeová. — Hebreus 12:2; 1 Timóteo 1:11.
Não existe um objetivo melhor na vida do que imitar o exemplo de Jesus, fazendo tudo ao nosso alcance para ajudar outros. Sem dúvida, concordará que é melhor ser alguém que economiza com cuidado, para ter condições de ser generoso, do que alguém que gasta de forma egoísta.

08 agosto, 2012

Por que estamos aqui?





Segundo a Bíblia, Deus, que se chama Jeová, é supremamente inteligente. Ele é a Fonte de toda força cósmica e o Criador do Universo. (Salmo 83:18; 92:5)
O primeiro capítulo da Bíblia declara: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” Depois, criou o homem à sua “imagem” — ou seja, com qualidades iguais às Dele — e ordenou que o homem tivesse filhos e enchesse a Terra. — Gênesis 1:1, 26, 28.
Significa isso que Deus criou o Universo, incluindo a Terra com suas muitas espécies de animais e plantas, simplesmente para abrigar a raça humana? E será que estamos aqui apenas para comer, beber, ter filhos e aproveitar a vida por algumas décadas?
Por que Deus nos criou?
Jeová Deus criou a humanidade como expressão do seu amor — ele quis compartilhar a vida e a felicidade com os humanos. Sem dúvida, Deus sentiu muita alegria ao criar todo tipo de coisas físicas para que o homem vivesse cercado de beleza e fartura. Acima de tudo, os humanos deveriam ter uma relação achegada com seu Criador, conhecendo-o e comunicando-se com ele. Foram criados para viver eternamente em condições perfeitas e pacíficas. — Gênesis 3:8, 9; Salmo 37:11, 29.
Jeová também deu aos humanos um trabalho gratificante e significativo.
Ele disse aos primeiros humanos: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gênesis 1:28)
Assim, o primeiro casal e seus descendentes deveriam transformar a Terra inteira num paraíso.
As coisas não saíram imediatamente de acordo com o propósito original de Jeová para a humanidade. Contudo, ele ainda será cumprido. — Isaías 46:9-11; 55:11.
Enquanto isso, o desejo — a necessidade — que a humanidade tem de conhecer a Deus e de ter uma relação com ele fica evidente em sua busca por um objetivo.
O homem foi criado como um ser inteligente que tem o desejo de explorar e compreender as coisas. E a Bíblia diz que ele continuará acumulando conhecimento satisfatório sobre Deus e sua criação para sempre.

Um escritor bíblico expressou o objetivo do homem da seguinte forma: “Vi a ocupação que Deus deu aos filhos da humanidade para se ocuparem nela. Tudo ele fez bonito no seu tempo. Pôs até mesmo tempo indefinido no seu coração, para que a humanidade nunca descobrisse o trabalho que o verdadeiro Deus tem feito do começo ao fim. Vim saber que não há nada melhor para eles do que alegrar-se e fazer o bem durante a sua vida; e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus.” (Eclesiastes 3:10-13) 

Assim, a humanidade nunca descobrirá tudo sobre Deus e sua criação.
Aprenda sobre Deus
Você pode conhecer a Jeová por analisar sua criação.
Um escritor bíblico disse que as “qualidades invisíveis [de Deus] são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade”. (Romanos 1:20)
De fato, pode-se aprender muito sobre o amor, a sabedoria e o poder de Jeová por meio da criação.
Outra fonte vital de informações sobre Deus é a Bíblia.
Aprende-se muito mais sobre Jeová — seus conceitos, qualidades e propósitos — lendo esse livro inspirado do que analisando a criação.
A Bíblia declara sobre o propósito de Deus: “Quanto aos céus, os céus pertencem a Jeová, mas a terra ele deu aos filhos dos homens.” (Salmo 115:16)
Assim, é razoável concluir que o único lugar adequado no Universo para a humanidade viver é a Terra, que foi feita por Jeová exatamente com esse objetivo.
Então, o que dizer do infinito cosmo?
Será que todas as estrelas à nossa volta estão ali apenas para manter nosso sistema solar em perfeito equilíbrio, a fim de possibilitar a vida na Terra?
Será que o objetivo dos corpos celestes é simplesmente embelezar o céu à noite?
Temos de admitir que há muitas coisas que ainda não sabemos.
Mas isso é bom! Por quê?
A eternidade não será suficiente para que a humanidade entenda tudo sobre as criações e os propósitos de Deus. Ele quer que nosso futuro seja repleto de descobertas e alegria sem fim.
A vida eterna em felicidade na Terra dará à humanidade obediente ampla oportunidade de descobrir muito mais coisas sobre o Universo.

05 agosto, 2012

PORQUE SE PODE CONFIAR NA BÍBLIA





Pode-se confiar na Bíblia?
Porque ela é totalmente autêntica.
Ninguém jamais conseguiu com êxito desafiar a autenticidade da Bíblia.
O renomado cientista Sir Isaac Newton disse: “Encontro na Bíblia mais indícios indisputáveis de autenticidade do que em qualquer história profana.”
Nenhum livro antigo é tão bem atestado como a Bíblia.”
Tudo a respeito da Bíblia indica ser ela totalmente genuína.
Pode-se confiar na Bíblia por ser ela totalmente exata em todas as suas declarações.
A Bíblia diz que Deus “estende o norte sobre o vazio, suspende a terra sobre o nada”. (Jó 26:7)
Em vez de reiterar as fantasiosas teorias da época, tais como a de a Terra estar apoiada sobre elefantes, a Bíblia declarou o que mais tarde ficou estabelecido como verdade científica — que a Terra está ‘suspensa’ no espaço. Além disso, mais de dois mil anos antes de Colombo, a Bíblia disse claramente que a Terra é redonda. — Isaías 40:22.


Pode-se confiar na Bíblia porque as suas promessas e suas profecias sempre se cumprem. Veja apenas um exemplo. Por mais inacreditável que parecesse ao Israel cativo, Jeová Deus, o autor da Bíblia, prometera que o libertaria do cativeiro na poderosa Babilônia e o restabeleceria em Jerusalém. Parecia uma esperança improvável, pois Babilônia era a potência mundial dominante e havia devastado totalmente Jerusalém. Mas, com cerca de duzentos anos de antecedência, Jeová até mesmo mencionou por nome o governante persa Ciro como aquele que conquistaria Babilônia e libertaria Seu povo. Predisse também que as defesas do rio de Babilônia falhariam. Poderá ler esse relato em Isaías 44:24-45:4.
“Ciro não tinha nascido quando a profecia foi escrita. . . . A profecia se cumpriu em pormenores a partir de 539 AEC. Ciro desviou as águas do rio Eufrates para um lago artificial, as portas de Babilônia que davam para o rio haviam sido deixadas abertas por descuido durante uma festa na cidade, e Babilônia caiu às mãos dos medos e dos persas sob o comando de Ciro. Depois disso, Ciro libertou os judeus do exílio e os enviou de volta a Jerusalém com instruções para reconstruírem ali o templo de Jeová.” Todas as promessas de Deus similares a essa, todas as profecias da Bíblia, infalivelmente se cumpriram no tempo certo.



Pode-se confiar na Bíblia por causa de sua honestidade e candura. Os escritores da Bíblia nada falsificaram. Eles relatavam honestamente os fatos mesmo quando aquilo que dissessem refletisse mal sobre eles mesmos, seus compatriotas e seus governantes. Em seu evangelho, o apóstolo Mateus, por exemplo, admitiu francamente que os apóstolos de Jesus Cristo às vezes mostraram falta de fé, discutiram sobre questões de prestígio e até mesmo abandonaram a Jesus quando ele foi preso. — Mateus 17:18-20; 20:20-28; 26:56.

Outro grande motivo para se confiar na Bíblia é que seus conselhos sempre resultaram ser práticos e benéficos, contanto que as pessoas confiassem neles o suficiente para os aplicar. (Provérbios 2:1-9)
Os conselhos da Bíblia se contrastam muito com os freqüentemente instáveis conselhos de “especialistas” em lidar com os problemas da vida. Os escritores bíblicos não deram conselhos casuais.
Eles registraram conselhos de confiança, inspirados por Deus, que resistiram ao teste do tempo. — 2 Timóteo 3:16, 17.
“Os conselhos da Bíblia protegeram-me de um rumo que poderia ter arruinado a minha vida”,

Confiança total em Deus e na sua Palavra, a Bíblia.
Deus tornou-se como um querido amigo para muitas pessoas, de confiança, que sussurrou conselhos em seus ouvidos em tempos de dificuldade. (Note Isaías 30:21.)
Elas aprenderam princípios bíblicos que as ajudaram a lidar com as pressões e os problemas da vida.
E aprenderam a confiar nas promessas maravilhosas do Deus que não pode mentir — como a de uma bela “nova terra” livre de fraudes, mentiras, explorações, tristezas, doenças e até mesmo da morte! — 2 Pedro 3:13; Salmo 37:11, 29; Revelação (Apocalipse) 21:4, 5.
Você pode desenvolver essa mesma confiança. O mundo talvez traia a sua confiança, mas esteja certo de que confiar em Deus e na sua Palavra jamais será desapontador. Os editores desta revista terão prazer em providenciar que alguém o ajude a conhecer melhor a Deus e a sua Palavra, a Bíblia.

23 julho, 2012

PESSOAS MAIS FELIZES





A Bíblia chama o Criador de “Deus feliz”. (1 Tim. 1:11)
Segue-se, então, que aqueles que fazem a vontade de Deus, pautando-se por suas instruções para o comportamento humano, podem refletir tal felicidade ou ter certa medida dela.

É por isso que o salmista escreveu: “Ó Jeová dos exércitos, feliz o homem que confia em ti.” E disse-se: “Felizes os sem defeito no seu caminho, os que andam na lei de Jeová. Felizes os que observam as suas advertências.” Sim, “feliz o povo cujo Deus é Jeová!” — Sal. 84:12; 119:1, 2; 144:15.

Na verdade, obedecer a Deus não mudará o infeliz sistema de coisas em que vivemos na atualidade. Mas certamente mudará, para melhor, a vida daqueles que desejam ser mais felizes e que se voltam para seu Criador como a Fonte de tal felicidade.
E, quando se voltam para Ele, ele corresponde por abençoá-los e ajudá-los com sua poderosa força ativa, seu espírito santo.
Não existe maior poder para a felicidade em todo o universo.
Isto não significa que os que fazem a vontade de Deus não são atingidos pelas dificuldades do mundo.
Certamente que são. Têm seu quinhão de problemas e pesares. E ficam doentes e morrem como os demais. Ao mesmo tempo, porém, são mais felizes do que seriam caso não se voltassem para Deus como a Fonte da felicidade.
Também, os que servem a Deus avaliam que sua felicidade, no tempo atual, é relativa.
Ou seja, é maior do que pode ser obtida de qualquer outro modo; todavia, não é completa, perfeita.
A felicidade não pode ser perfeita agora.
Por que não?
Porque todos nós nascemos no pecado, imperfeitos, como mostra a Bíblia. (Rom. 5:12)
Assim, todos cometemos enganos, inclinamo-nos a períodos de depressão e de infelicidade, e também nos inclinamos para a doença e a morte, que perturbam a felicidade.
Também, todos vivemos neste sistema de coisas iníquo, repleto de aflições.
Enquanto este durar, até mesmo os servos de Deus não conseguirão a perfeita felicidade.
Ao mesmo tempo, derivam grande conforto e felicidade em conhecer a Deus e compreender seu propósito para a humanidade no futuro próximo.
Isto os ajuda a manter o equilíbrio num mundo desequilibrado, de modo que não ficam tristes como os demais. Isto se dá até mesmo quando morre um ente querido, pois, como diz a Bíblia, os que conhecem a Deus ‘não ficam pesarosos como os demais que não têm esperança’. — 1 Tes. 4:13.

Jesus sabia que a pessoa prejudicaria sua própria felicidade se ficasse indevidamente transtornada com este mundo e sua maldade, quando não havia nenhuma possibilidade de qualquer humano corrigir suas dificuldades.
Ele sabia, como também o seu Pai celeste, que este sistema de coisas deveras iria de mal a pior, até o dia em que Deus pusesse fim a ele.
Conhecendo o maravilhoso propósito de Deus para a terra e a humanidade, Seus servos não ficam indevidamente angustiados com as dificuldades do mundo, ou com as pessoas ruins que há nele.
Assim, não se isolam, fechando-se numa “concha” dura como muitos fazem. (Mat. 24:12)
Continuam a fazer o que é certo, mesmo que outros não correspondam ou reajam de forma negativa.
A fé e a esperança de um futuro melhor faz dos servos de Deus pessoas mais felizes.

13 julho, 2012

CONFIE NA AJUDA DE DEUS






Você entende o que a Bíblia quer dizer em 1 Coríntios 10:13?
Não vos tomou nenhuma tentação exceto a que é comum aos homens. Mas Deus é fiel, e ele não deixará que sejais tentados além daquilo que podeis agüentar, mas, junto com a tentação, ele proverá também a saída, a fim de que a possais aguentar.

Já parou para observar o velocímetro de um automóvel?
Digamos que ele tenha capacidade de andar em até 200Km / hora. Sabemos que a lei de trânsito não permite andar a esta velocidade.
O ideal seria andar no máximo em 110km nas rodovias mais movimentadas do país. No entanto, em casos de extrema necessidade, como transportar um doente em uma emergência, você pisará fundo e colocará a velocidade máxima que o carro der pois trata-se duma necessidade e o carro suporta.
Mesmo não sendo fabricado para andar em 200 km/hora, o automóvel foi projetado com uma margem de sobra visando emergências que ficam dentro do suportável.
Mas o que acontece se você pisa em 200km/hora e o velocímetro encosta na velocidade máxima?
Simplesmente não dá pra passar disso. 
É o limite, não vai além daí.

Somos assim: fomos projetados para levar uma vida tranquila, mas devido às pressões do sistema, nem sempre é o que acontece.
Ao passar por problemas, lembre-se da sua margem de sobra de força adicional ( de 120 a 200 Km/h).
Não é uma situação confortável mas é suportável e Jeová sabe disso por esse motivo permite.
Quando “nosso ponteiro chega em 200km/h” não tem mais para onde ir.
Você chegou ao limite, então Deus providencia a saída.
Não é maravilhoso contar com essa garantia?
Ao enfrentar problemas, avalie suas forças e tenha certeza de que só perdurará enquanto você pode agüentar.
Jeová sempre sabe de nossas necessidades, podemos contar com seu apoio e ajuda necessários.
Por isso, não devemos deixar de orar pedindo ajuda e proteção mas além de pedir devemos agradecer por recebê-las.
Somos muito beneficiados por confiar em Jeová como amoroso e terno Pai celestial. 
Jesus se beneficiou de confiar sem reservas em seu Pai.
“Não estou sozinho”, disse ele a seus discípulos, “mas o Pai, que me enviou, está comigo”, acrescentou. João 8:16 
Jesus sempre contava com o apoio de Jeová quando estava aflito. 
Instantes antes de morrer, Jesus clamou:
“Pai, às tuas mãos confio o meu espírito.” Lucas 23:46 
A confiança de Jesus em seu Pai continuava firme como sempre.
Pode ser assim no nosso caso. 
Com Jeová do nosso lado, o que temos a temer? 
Uma criança se sente segura e confiante ao andar de mãos dadas com seu pai. 
Se você realmente encara a Jeová como Pai, pode confiar nestas palavras consoladoras: 
“Eu, Jeová, teu Deus, agarro a tua direita, Aquele que te diz: ‘Não tenhas medo. Eu mesmo te ajudarei.’” Isaías 41:13 


05 julho, 2012

É possível ficar livre do medo?






Será que é possível alguém ficar completamente livre do medo vivendo no mundo perigoso de hoje? Dificilmente. Até mesmo pessoas que têm fé em Deus enfrentam perigos que causam ansiedade. Por exemplo, no primeiro século EC, o apóstolo Paulo, que viajava bastante, disse que sofreu naufrágio, passou por perigos em rios, perigos de salteadores e perigos na cidade. (2 Coríntios 11:25-28) Da mesma forma hoje, a maioria de nós tem de enfrentar situações perigosas.
Mas podemos tomar precauções sensatas e, diminuindo os riscos, podemos diminuir a ansiedade. A Bíblia diz: “Argucioso é aquele que tem visto a calamidade e passa a esconder-se, mas os inexperientes passaram adiante e terão de sofrer a penalidade.” (Provérbios 22:3) Quais são algumas medidas práticas que podemos tomar?

Que precauções tomar
É interessante que, embora a Bíblia tenha sido escrita há muito tempo, ela contém muitos princípios que ainda são práticos para nos ajudar a evitar os perigos de hoje. Por exemplo, ela diz: “Quanto àquele que é sábio, tem os olhos na cabeça; mas o estúpido está andando em profunda escuridão.” (Eclesiastes 2:14) É bom ficar atento a quem está à sua volta e evitar lugares escuros quando for possível. Talvez possa caminhar até sua casa pelas ruas mais iluminadas, mesmo que isso signifique andar um pouco mais. A Bíblia também diz: “Melhor dois do que um . . . E se alguém levar de vencida a um que está só, dois juntos poderiam manter-se de pé contra ele.” (Eclesiastes 4:9, 12) Se você mora numa área perigosa, será que poderia combinar voltar para casa com alguém?
Se você for assaltado à mão armada, é sábio lembrar-se que a vida vale mais do que os bens materiais. (Mateus 16:26) É bom lembrar-se também que multidões enfurecidas são perigosas e imprevisíveis. — Êxodo 23:2.
Se for assediado por alguém que lhe faz propostas imorais, conta piadas obscenas ou tenta tocar em você, a melhor coisa a fazer é rejeitar essa pessoa com firmeza. Talvez você tenha de fugir, como fez José quando uma mulher imoral o agarrou. Ele “fugiu, e foi para fora”. (Gênesis 39:12) Se não for possível fugir, você pode dizer: “Pare com isso!” ou,“Não toque em mim!” ou, “Eu não gosto desse tipo de conversa”. Se for possível, evite lugares onde o assédio é comum.

Como lidar com o medo dentro de casa
O que pode fazer se seu marido é violento e você tem medo dele? Pode ser sábio ter um plano de fuga, caso ele de repente faça algo que ameace a saúde ou a vida, tanto sua como de seus filhos. A Bíblia relata como Jacó preparou cuidadosamente um plano de fuga que poderia seguir caso seu irmão Esaú ficasse violento. As coisas aconteceram de tal forma que não foi preciso usar o plano, mas foi uma precaução sensata. (Gênesis 32:6-8) Um plano de fuga talvez envolva encontrar alguém que poderia recebê-la numa emergência. Você poderia conversar antecipadamente com essa pessoa sobre quais poderiam ser suas necessidades. Pode ser aconselhável ter à mão documentos importantes e outras coisas essenciais.
Denunciar os maus-tratos de seu marido às autoridades e procurar proteção delas também pode ser uma opção. A Bíblia ensina que todos devem enfrentar as conseqüências de suas ações. (Gálatas 6:7) Com respeito às autoridades governamentais, a Bíblia diz: “É ministro de Deus para ti, para teu bem. Mas, se fizeres o que é mau, teme.” (Romanos 13:4) A agressão é crime tanto em casa como na rua. A perseguição também é crime em muitos países.
Tomar as medidas que consideramos pode aliviar o medo até certo ponto. Mas a Bíblia oferece mais do que conselho prático. Não é simplesmente um manual de auto-ajuda. É um livro de profecias infalíveis que revela o que Deus está fazendo agora e o que fará no futuro. Que esperança a Bíblia oferece para pessoas que são forçadas a viver com medo?

O que esse clima de medo significa
Significativamente, o apóstolo Paulo escreveu: “Nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos . . . sem afeição natural, não dispostos a acordos, caluniadores, sem autodomínio, ferozes, sem amor à bondade.” (2 Timóteo 3:1-3) Que época amedrontadora essas palavras descrevem!
Quando Jesus falou sobre a “terminação do sistema de coisas”, ele disse: “Nação se levantará contra nação e reino contra reino; e haverá grandes terremotos, e, num lugar após outro, pestilências e escassez de víveres; e haverá vistas aterrorizantes e grandes sinais do céu.” (Mateus 24:3, 7, 8; Lucas 21:10, 11)
Portanto, as “vistas atemorizantes” que temos presenciado e que contribuem para o atual clima de medo não devem nos surpreender. Mas o que significam?
Jesus disse: “Quando virdes estas coisas ocorrer, sabei que está próximo o reino de Deus.” (Lucas 21:31) Em nosso tempo, podemos aguardar um governo da parte de Deus que dominará desde o céu sobre toda a humanidade. (Daniel 2:44) Como será a vida então?

Livres do medo!
A Bíblia descreve um futuro tempo de paz em que as guerras cessarão, não haverá mais malfeitores, e a Terra estará cheia de pessoas que amam a Deus. Pedro, apóstolo de Jesus, escreveu sobre um futuro “dia do julgamento e da destruição dos homens ímpios”. Não haverá nenhuma pessoa má a quem temer, porque “há de morar a justiça” na Terra. (2 Pedro 3:7, 9, 13) Imagine que alívio será morar entre pessoas confiáveis que amam umas às outras! Essa perspectiva nos ajuda a ver os perigos atuais de outro ângulo. Eles não continuarão indefinidamente. — Salmo 37: 9-11.
Para benefício dos que sofrem de ansiedade, foi dito ao profeta de Jeová: “Dizei aos de coração ansioso: ‘Sede fortes. Não tenhais medo. Eis que vosso próprio Deus chegará com a própria vingança, Deus, até mesmo com retribuição. Ele mesmo chegará e vos salvará.’” (Isaías 35:4) Assim, os servos do verdadeiro Deus podem encarar o futuro com confiança. (Filipenses 4:6, 7) Para as pessoas que têm de viver com medo, é muito consolador saber que Jeová não abandonou seu propósito original, de que a Terra fique cheia de pessoas que o conheçam e que reflitam suas amorosas qualidades. — Gênesis 1:26-28; Isaías 11:9.
Sabemos que nada pode impedir Jeová de cumprir seus amorosos propósitos para com a humanidade. (Isaías 55:10, 11; Romanos 8:35-39) Quando compreendemos isso, as palavras de um salmo muito conhecido assumem um significado especial. Lemos ali: “Jeová é o meu Pastor. . . . Refrigera a minha alma. Guia-me nos trilhos da justiça por causa do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra tenebrosa, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo.” (Salmo 23:1-4) Embora a época em que vivemos possa ficar cada vez mais amedrontadora, temos a certeza de que em breve haverá um mundo livre do medo.


27 junho, 2012

Uma família unida pelo amor



A Bíblia nos diz que o “amor . . . é o perfeito vínculo de união”. (Colossenses 3:14)
Como ela descreve, o amor não é um simples sentimento.
É definido como algo que motiva nossas ações — incentivando algumas e proibindo outras. (1 Coríntios 13:4-8)
Na família, mostrar amor significa tratar uns aos outros com dignidade, respeito e bondade.
Significa viver em harmonia com o modo de Deus encarar cada membro da família.
Ele dá a cada um deles um papel honroso e importante.
Como cabeça da família, o pai deve tomar a iniciativa em mostrar amor.
Ele reconhece que o pai cristão não deve ser tirano, abusando de sua autoridade sobre a esposa ou os filhos.
Em vez disso, encara a Cristo como exemplo de liderança. (Efésios 5:23, 25)
Portanto, é carinhoso e amoroso com a esposa, paciente e gentil com os filhos.
Nunca deixa de protegê-los e faz o máximo para evitar que aconteça qualquer coisa que poderia lhes tirar a paz, a inocência ou o senso de confiança e de segurança.
Como esposa e mãe, a mulher também tem um papel digno e muito importante.
A Bíblia usa o instinto materno no reino animal para ilustrar quanto Jeová e Jesus se preocupam em dar proteção. (Mateus 23:37)
A mãe também deve estar determinada a proteger os filhos. De modo amoroso, ela não hesita em colocar a segurança e o bem-estar deles à frente dos seus.
Os pais não permitem que abuso de poder ou intimidações se infiltrem no modo em que tratam um ao outro ou aos filhos; nem permitem que os filhos usem essas táticas um contra o outro.
Na família em que todos se tratam com respeito e dignidade prevalece a boa comunicação.
O autor William Prendergast declarou: “Os pais devem ter conversas diárias, freqüentes e francas com os filhos, tanto crianças como adolescentes.” E disse também: “Essa parece ser a melhor solução para o problema do abuso sexual.”
De fato, é exatamente esse tipo de comunicação constante e amorosa que a Bíblia recomenda. (Deuteronômio 6:6, 7)
Quando essa orientação é aplicada, o lar se torna um ambiente em que todos podem expressar o que sentem, de modo franco e sem qualquer receio.
Temos de reconhecer que vivemos num mundo perverso e que nem todos os abusos podem ser evitados.
Mesmo assim, um lar seguro pode fazer muita diferença.
Se um dos membros da família tiver problemas fora de casa, ele sabe muito bem onde buscar consolo e compreensão.
Tal ambiente é um verdadeiro refúgio, um abrigo seguro neste mundo cheio de problemas.
Que Deus abençoe seus esforços de fazer com que seu lar seja exatamente assim!

26 junho, 2012

COMO TER UMA VIDA LONGA E FELIZ



Todos querem viver muitos anos, mas ninguém quer ficar velho. Muitos que estão perto de se aposentar esperam ter mais tempo livre e menos responsabilidades.
No entanto, temem ficar sem objetivo e se tornarem inúteis.Também têm medo de ficarem isolados, de serem infelizes e de que a saúde piore.
Então, qual é o segredo para se ter uma vida feliz?
Bons amigos e uma família amorosa contribuem para a felicidade, tanto de jovens como de idosos. Mas o que outros podem fazer pelo idoso não é tudo o que conta.
Ainda mais importante é o que a pessoa idosa pode fazer pelos outros.
Um estudo a longo prazo, envolvendo 423 casais idosos, indicou que “fazer uma contribuição para a vida de outros pode ajudar a prolongar a nossa própria vida”.
Stephanie Brown, que dirigiu o estudo, explica: “O que foi constatado sugere que não é o que recebemos dos relacionamentos que torna muito benéfico o contato que temos com outros; é o que nós damos.”
Isso pode incluir ajudar outros no serviço de casa, cuidar de crianças ou realizar outras atividades necessárias, oferecer transporte ou dar atenção a alguém que precisa conversar.
Há uns 2.000 anos, Jesus Cristo disse:
“Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) 
A receita para se ter uma vida longa e feliz não é uma conta bancária grande, nem tratamentos contra o envelhecimento e dietas.
Antes, consiste em ficar ativo e gastar tempo, energia e força para enriquecer a vida de outros.
Todavia, requer mais do que isso para salvar-nos do envelhecimento, da doença e da morte.
Somente o Reino de Deus acabará com essas coisas.
Sob o governo dele, acabará a doença e até mesmo “não haverá mais morte”. (Revelação [Apocalipse] 21:3, 4; Isaías 33:24)
De fato, os humanos obedientes viverão para sempre em felicidade numa Terra paradisíaca. (Lucas 23:43)


20 junho, 2012

COMO SER UM BOM OUVINTE



Imagine que você tivesse condições de dar um presente caro a cada pessoa que conhece. Como elas ficariam felizes e gratas!
Na verdade, você pode dar a outros um presente especial, algo que eles realmente precisam.
E não vai lhe custar um centavo. 
O que é? 
Sua atenção. A maioria das pessoas deseja atenção e reage apreciativamente quando a recebem. Para dar atenção de real valor, porém, você precisa escutar com empatia.
Se é pai, mãe, patrão ou ocupa uma posição em que outros o procuram em busca de conselho e orientação, precisa escutar com empatia. Do contrário, as pessoas perceberão sua falta de empatia, e sua credibilidade sofrerá.
Mesmo que não o procurem com freqüência para pedir conselho, ainda assim, você precisa escutar com empatia, quando, por exemplo, um amigo o procura para consolar-se. Como declara um provérbio bíblico, falar sem antes escutar pode resultar em humilhação. 
Quando alguém replica a um assunto antes de ouvi-lo, é tolice da sua parte e uma humilhação.
(Provérbios 18:13) 
Quais são, então, alguns modos em que pode mostrar que escuta com empatia?
Concentre-se no que ouve
O que significa escutar com empatia? 
O Novo Dicionário da Língua Portuguesa define empatia como a “tendência para sentir o que sentiria caso se estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa”. O mesmo dicionário define escutar como “tornar-se ou estar atento para ouvir; . . . aplicar o ouvido com atenção para perceber ou ouvir”. 
Assim, quem escuta com empatia faz mais do que ouvir o que os outros dizem. Ele presta atenção e compartilha dos pensamentos e sentimentos das pessoas.
Isso requer que você se concentre no que está ouvindo, não deixando a mente vaguear. Até mesmo pensar em como irá responder prejudica sua maneira de escutar. Discipline-se a manter-se concentrado no que a outra pessoa está dizendo.
Os bons ouvintes também falam!
O livro A Arte da Conversação fala daqueles que escutam, mas quase não dizem nada, “achando que isso lhes dá um ar de reserva dignificada”. Isso obriga a outra pessoa a levar sozinha todo o fardo da conversa, o que é rude. Por outro lado, também é rude, e cansativo, quando a pessoa que você está ouvindo fala sem parar, não lhe dando tempo para se expressar. 
Portanto, embora precise ser um bom ouvinte, também deve participar à outra pessoa que você tem algo útil a dizer.
Em alguns casos, porém, a pessoa não quer nem precisa de conselho. Assim, cuidado para não enfraquecer o bom efeito de tê-la escutado, por falar demais.
Seu amigo talvez simplesmente tenha de suportar uma situação incontrolável ou precise de tempo para superar seus sentimentos negativos. Ele lhe procurou para desabafar. Você escutou. Compartilhou de seus sentimentos, assegurando-lhe de sua preocupação e de que pensará no caso dele e que se lembrará dele em suas orações.
Diga-lhe que se sinta à vontade para procurá-lo de novo e que você não vai revelar os problemas dele a outros.
É bem provável que ele precise desse consolo mais do que de alguém que tente resolver seu problema. — Provérbios 10:19; 17:17; 1 Tessalonicenses 5:14.
Acompanhado de conselho ou não, escutar beneficia ambas as partes.
Quem fala tem a satisfação de ser escutado e compreendido. Sente-se consolado por saber que alguém se importa o bastante para ouvir tudo o que ele precisa dizer. Quem escuta também é recompensado. Outros apreciam sua preocupação.
Caso dê conselho, ele tem até mais crédito, porque não fala até ter compreendido bem a situação que lhe foi contada. É verdade que escutar com empatia toma tempo. Mas é um investimento que vale a pena.
De fato, dando atenção bondosa a outros, você lhes dá um presente especial.

18 junho, 2012

O VALOR DE UM SORRISO

ao olharmos esta linda foto, sorrimos sem  esforço

O sorriso dura um instante, mas há casos em que não dá para esquecê-lo pelo resto da vida. Tem um valor incalculável, mas está ao alcance de todos — o pobre não tem desculpa de não ter condições de dá-lo e o rico, de dizer que não precisa dele.
O sorriso é o resultado da contração dos músculos em que os olhos se iluminam e os cantos da boca se curvam ligeiramente para cima em uma expressão de contentamento.
O sorriso de um bebê, logo nas primeiras semanas, encanta os pais, que não escondem seu orgulho.
Esses primeiros sorrisos são involuntários, apenas um reflexo. Os cientistas explicam ainda que são iguais ao sorriso de pessoas que estão sonhando e parecem estar relacionados com sentimentos íntimos e com atividades do sistema nervoso central.
Mesmo nos adultos, esse sorriso reflexo pode ocorrer após uma refeição ou enquanto ouvem música.
Passadas cerca de seis semanas, o bebê já reage com um sorriso ao ver certo rosto ou ouvir determinada voz.
O sorriso social — voluntário e consciente — anima a quem o recebe, seja bebê seja adulto.
Não só isso, dizem que exerce também uma influência positiva na saúde física.
Outra razão para sorrir é o efeito positivo que ele exerce nos outros.
Um sorriso sincero comunica nossos sentimentos sem palavras, seja um sorriso de cumprimento, de solidariedade, seja de encorajamento.
Pode acontecer que só de vermos numa foto o sorriso cativante de uma criança reajamos automaticamente com um sorriso também.
O sorriso de uma pessoa amiga pode ser muito benéfico, deixando-nos mais descontraídos e com mais coragem e disposição para enfrentar frustrações ou problemas.
Será que um sorriso faz tanta diferença assim? 
Bem, você se lembra de quando o sorriso de alguém lhe trouxe um sentimento de alívio ou o fez sentir-se mais à vontade? 
Ou quando a ausência dele o fez sentir-se nervoso ou mesmo rejeitado? 
Como vê, um sorriso faz muita diferença, não só para quem o dá, mas também para quem o recebe. 
Jó, um personagem bíblico, disse a respeito de seus adversários: “Eu sorria para eles — eles não o acreditavam — e não lançavam de si a luz da minha face.” (Jó 29:24) “A luz” da face de Jó pode ter sido um reflexo de sua felicidade ou alegria.
Um sorriso tem o mesmo efeito positivo hoje em dia. Um sorriso amigável pode ajudar a aliviar tensões acumuladas — como a válvula de segurança de uma panela de pressão. 
Quando nos sentimos tensos ou frustrados, sorrir pode ajudar-nos a aliviar a tensão e a lidar com a frustração. 
A Bíblia recomenda: “Não negues o bem àqueles a quem é devido, quando estiver no poder da tua mão fazê-lo.” (Provérbios 3:27)
É verdade. Sorrir é um gesto bem simples.
Mas produz um bem para nós e para os outros.
Faça um esforço para compartilhar com os outros essa dádiva de valor incalculável — um sorriso amigo!

05 junho, 2012

A MARAVILHOSA ESPERANÇA DA RESSURREIÇÃO



Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem exercer fé em mim, ainda que morra, viverá outra vez.” (João 11:25) 
A Bíblia ensina que os mortos voltarão a viver. Parece impossível?
Então veja:
Enquanto esteve na Terra, Jesus mostrou que tem o poder de ressuscitar os mortos. 
Certa vez, ele ressuscitou uma menina de 12 anos. 
Qual foi a reação dos pais dela? 
Eles “ficaram logo fora de si com grande êxtase”. (Marcos 5:42) 
Isto nos mostra que sob o seu Reino, o rei celestial Jesus Cristo ressuscitará um incontável número de pessoas para viver aqui na Terra, mas em condições pacíficas e justas. (Atos 24:15; 2 Pedro 3:13) 
Imagine a grande alegria que haverá quando os mortos forem ressuscitados e reencontrarem seus entes queridos!
O escritor bíblico Paulo ofereceu a esperança de alívio deste “último inimigo”, a morte. Escreveu: “A morte há de ser reduzida a nada.” “O último inimigo a ser destruído é a morte.” (1 Coríntios 15:26)
Por que podia Paulo ter tanta certeza disso? Porque fora ensinado por alguém que havia sido ressuscitado dos mortos, Jesus Cristo. (Atos 9:3-19) 
Foi também por isso que Paulo podia escrever: “Visto que a morte é por intermédio dum homem [Adão], também a ressurreição dos mortos é por intermédio dum homem [Jesus Cristo]. Porque, assim como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos serão vivificados.” — 1 Coríntios 15:21, 22.
A Palavra de Deus, a Bíblia, dá o melhor consolo. 
O apóstolo cristão Paulo disse também: “Eu tenho esperança para com Deus . . . que há de haver uma ressurreição tanto de justos como de injustos.” (Atos 24:15) 
Pensar na esperança bíblica da ressurreição é o melhor consolo para os que estão sofrendo com a morte de uma pessoa querida.
Portanto, milhões de pessoas podem ter a sólida esperança de ver de novo, vivos, seus entes queridos na Terra, mas em circunstâncias totalmente diferentes. 
Jeová Deus, que deu início à humanidade num lindo jardim, prometeu restabelecer o Paraíso aqui na Terra sob o governo do Seu Reino celestial nas mãos do agora glorificado Jesus Cristo. (Gênesis 2:7-9; Mateus 6:10; Lucas 23:42, 43) 
Neste restabelecido Paraíso, a família humana terá a perspectiva de usufruir uma vida sem fim, livre de todas as doenças e moléstias. (Revelação [Apocalipse] 21:1-4) 
Também terão desaparecido todo o ódio, preconceito racial, violência étnica e opressão econômica. Será nesta Terra purificada que Jeová Deus, por meio de Jesus Cristo, ressuscitará os mortos.
Que maravilhosa esperança!
Ficamos felizes em compartilhá-la com todos.

31 maio, 2012

O PROPÓSITO DE DEUS



Desde o começo, era do propósito de Deus que a família humana perfeita vivesse na Terra para sempre num paraíso. O pecada de Adão e Eva, não mudou o propósito de Deus, ele continua. Este ainda é o seu objetivo! E será cumprido sem falta.
A Bíblia declara: “Jeová dos exércitos jurou, dizendo: ‘Seguramente, assim como tencionei, assim terá de acontecer; e assim como aconselhei, deste modo se efetuará.’” “Eu até mesmo o falei; também o introduzirei. Eu o formei, também o farei.” — Isaías 14:24; 46:11.
Jesus Cristo falou sobre o propósito de Deus, de restabelecer um paraíso na Terra, quando disse a certo homem que queria ter uma esperança para o futuro: “Estarás comigo no Paraíso.” (Lucas 23:43)
Também o apóstolo Pedro falou sobre o vindouro novo mundo quando predisse: “Há novos céus [um novo governo dominando desde o céu] e uma nova terra [uma nova sociedade terrestre] que aguardamos segundo a . . . promessa [de Deus], e nestes há de morar a justiça.” — 2 Pedro 3:13.
Davi, o salmista, escreveu sobre o vindouro novo mundo e quanto tempo duraria. Ele predisse: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” (Salmo 37:29) É por isso que Jesus prometeu: “Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra.” — Mateus 5:5.
Quão grandiosa é esta perspectiva, de viver para sempre na Terra paradísica, livre de todo tipo de iniqüidade, crime, doença, tristeza e dor!
No último livro da Bíblia, a Palavra profética de Deus resume este grandioso propósito por declarar:
“[Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” E acrescenta: “E O que estava sentado no trono disse: ‘Eis que faço novas todas as coisas.’ Ele diz também: ‘Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.’” — Revelação 21:4, 5.


Sim, Deus tem um grandioso propósito. Este é um novo mundo de justiça, um paraíso eterno, predito por Aquele que pode e vai cumprir o que promete, pois as suas “palavras são fiéis e verdadeiras”.

25 maio, 2012

COMPAIXÃO E EMPATIA



Jesus demonstrava muita empatia. Compreendia os sentimentos dos que sofriam e se compadecia. Embora não estivesse nas mesmas circunstâncias daquelas pessoas, ele realmente sentia a dor delas em seu próprio coração. (Hebreus 4:15)
Quando curou uma mulher que já sofria de um fluxo de sangue por 12 anos, Jesus se referiu ao problema dela como uma “doença penosa”, reconhecendo assim que a doença lhe havia causado muito sofrimento e aflição. (Marcos 5:25-34)
Ver Maria e outras pessoas chorando por causa da morte de Lázaro tocou tanto a Jesus que ele ficou aflito no íntimo. Embora soubesse que ressuscitaria Lázaro, ele ficou tão comovido que chorou. — João 11:33, 35.
Em outra ocasião, um leproso se aproximou de Jesus e implorou: “Se apenas quiseres, podes tornar-me limpo.” Como Jesus reagiu, embora fosse perfeito e nunca tivesse ficado doente? Ele compreendeu como o leproso se sentia. De fato, a Bíblia diz que ele ‘ficou penalizado’. (Marcos 1:40-42)
Daí Jesus fez algo extraordinário. Ele sem dúvida sabia que os leprosos eram impuros segundo a Lei e que não deviam aproximar-se de outros. (Levítico 13:45, 46)
Jesus com certeza podia curar aquele homem sem tocar nele. (Mateus 8:5-13)
Ainda assim, preferiu estender a mão e tocar no leproso, dizendo: “Eu quero. Torna-te limpo.” A lepra desapareceu imediatamente. Que demonstração de terna empatia!
Como cristãos, somos incentivados a imitar a Jesus por mostrar empatia. A Bíblia nos incentiva a ‘compartilhar os sentimentos’. (1 Pedro 3:8)
Talvez não seja fácil compreender os sentimentos dos que sofrem de depressão ou de uma doença crônica, principalmente se nunca passamos por problemas desse tipo.
Mas lembre-se de que para ter empatia não é preciso estar nas mesmas circunstâncias da outra pessoa. Jesus teve empatia pelos doentes, embora ele mesmo nunca tivesse ficado doente.
Então, como podemos desenvolver empatia? Por ouvir pacientemente quando outros abrem o coração e expressam o que sentem. Podemos nos perguntar: ‘Como eu me sentiria se estivesse no lugar dessa pessoa?’ (1 Coríntios 12:26)
Quanto maior for a nossa sensibilidade aos sentimentos dos outros, tanto mais fácil será ‘falarmos consoladoramente às almas deprimidas’. (1 Tessalonicenses 5:14)
Às vezes podemos demonstrar empatia não apenas com palavras, mas também com lágrimas. “Chorai com os que choram”, diz Romanos 12:15.
Para seguirmos a Jesus, é necessário mostrarmos consideração pelos sentimentos dos outros. Assim, lembrando que palavras impensadas podem ferir os sentimentos das pessoas, damos atenção ao que falamos. (Provérbios 12:18; 18:21)
Em vista disso, entre os cristãos não deve haver palavras duras, comentários depreciativos e sarcasmo.
Seguir a Jesus envolve mais do que apenas repetir suas palavras e copiar suas ações. Precisamos cultivar a mesma “atitude mental” que ele tinha. (Filipenses 2:5)
Por essa razão, somos muito gratos de que a Bíblia nos revela os pensamentos e os sentimentos por trás das palavras e ações de Jesus!
Por nos familiarizarmos com “a mente de Cristo”, estaremos mais aptos a cultivar sensibilidade e profunda compaixão e assim tratar outros do modo como ele tratava as pessoas. (1 Coríntios 2:16)

23 maio, 2012

FELICIDADE GARANTIDA





“Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual”, disse Jesus Cristo. (Mateus 5:3)
Jesus indicou que a  satisfação das necessidades espirituais, em vez de a dos desejos materiais, é  essencial para o êxito na busca da felicidade.
Estas palavras de Jesus, se forem aplicadas, equivalem a uma garantia de felicidade.
Assim, a felicidade desabrocha quando a pessoa dá os passos para identificar, e daí satisfazer, a sua necessidade espiritual.
Como se pode fazer isso?
É aqui que entra a Bíblia.
Porque só a Bíblia pode dar respostas a perguntas que são feitas e nem sempre encontram respostas satisfatórias.
Já se perguntou, por exemplo, ‘qual é o objetivo da vida?
Por que razão o homem está na Terra?
O que reserva o futuro?
Além de dar respostas satisfatórias a estas e a muitas outras perguntas, a Bíblia fornece também orientações para um modo de vida que tem ajudado a milhões de pessoas a enfrentar os problemas complexos com que todos nós nos deparamos hoje, e que muitas vezes impedem a nossa busca de felicidade.
A ‘palavra de Deus é lâmpada para o meu pé e luz para a minha senda’, diz o salmista. (Salmo 119:105) Sem dúvida, a Bíblia é um guia seguro que pode ajudá-lo na busca de felicidade.

16 maio, 2012

RESPEITO PELOS IDOSOS



Num mundo onde a população com mais de 65 anos aumenta em inéditas 795 mil pessoas todo mês, cuidar das necessidades dos idosos se tornou uma das questões de maior importância. “Nunca houve tantos idosos no mundo e nós precisaremos avaliar mais de perto como os países reagem aos desafios e às oportunidades que surgem com o envelhecimento”.
Nosso Criador também se interessa pelos idosos. Na verdade, sua Palavra, a Bíblia, nos dá orientações sobre como eles devem ser tratados.
A lei de Deus, dada a Moisés, estimulava o respeito pelos idosos.
Ela declarava: “Deves levantar-te diante do cabelo grisalho e tens de mostrar consideração para com a pessoa dum homem idoso.” (Levítico 19:32)
 Os adoradores obedientes de Deus deviam ‘levantar-se’ diante de uma pessoa idosa (1) como sinal de respeito e (2) como evidência do temor reverente que tinham de Deus.
Assim, os idosos deviam ser honrados e tidos como pessoas valiosas. — Provérbios 16:31; 23:22.
Embora hoje os cristãos não estejam sob a Lei mosaica, seus princípios revelam os pensamentos e as prioridades de Jeová, não deixando nenhuma dúvida a respeito da grande consideração que ele tem pelos idosos.
Entre os cristãos em Jerusalém, naquele tempo, havia algumas viúvas necessitadas.
Com certeza várias delas eram idosas.
Os apóstolos designaram sete “homens acreditados” para certificarem-se de que essas mulheres recebessem alimentos diariamente, de maneira ordeira, considerando esse cuidado especial como uma “incumbência necessária” da congregação. — Atos 6:1-7.
É claro que as pessoas que respeitam a vontade de Deus não precisam de leis para tratar os idosos com dignidade e respeito.
Durante seu ministério, Jesus mostrou consideração pelos idosos. 
Também o salmista orou: “Não me lances fora no tempo da velhice; não me deixes quando meu poder falhar.” (Salmo 71:9)
O salmista não se sentia abandonado por Jeová, mas reconhecia sua própria necessidade de confiar cada vez mais no seu Criador à medida que ia envelhecendo.
Os idosos querem ser respeitados. 
Precisam tomar  decisões e sentir que ainda são donos da sua vida. 
Embora sua capacidade física diminua com a idade, os que mantêm a mente ativa em geral continuam bem lúcidos. 
É verdade que talvez não pensem tão rápido como quando eram mais jovens nem aprendam coisas novas tão ligeiro. 
Mas não devem ser deixados de lado e nem deve seu papel na família ser usurpado; tampouco devem outros assumir as tarefas que os idosos preferem eles mesmos fazer. Isso seria frustrante, desanimador e os faria sentir-se inaptos e até mesmo inúteis.
Mesmo quando estão incapacitados por derrame cerebral ou outra doença, os idosos ainda querem ser tratados com dignidade. 
Não gostam que outros falem ou ralhem com eles como se fossem crianças. Ainda que não consigam falar, geralmente podem ouvir, e é compreensível que sejam sensíveis. 
Às vezes, por excesso de remédios, talvez pareçam senis, quando na verdade não são. 
Assim, a empatia, mais do que qualquer outro sentimento, pode ser a chave para se cuidar deles de maneira adequada.
Visto que há casos em que os idosos ficam confinados em casa, precisam sentir que não foram esquecidos. Gostam de receber visitas.
Assim, como podemos “mostrar consideração” pelos idosos? 
Mostre que você se importa. Dê-lhes honra, reconhecimento e trate-os com dignidade recorrendo à sua perspicácia e sabedoria.
O respeito pelos mais velhos é na verdade uma demonstração de nossa reverência a Deus. Por sua vez, quando os idosos mostram genuína gratidão pela ajuda que recebem, fica mais fácil para que outros lhes deem ajuda amorosa e respeitosa. Ajudar os idosos está longe de ser apenas um dever; é um prazer!
Jeová corresponde a essa lealdade providenciando apoio durante toda a vida da pessoa. (Salmo 18:25)
Muitas vezes esse apoio vem da parte de companheiros cristãos.
Em vista do que já foi mencionado, fica claro que todos os que desejam honrar a Deus devem também honrar os idosos, pois eles são, de fato, preciosos aos olhos de nosso Criador.
Visto que fomos criados à imagem de Deus, que sempre manifestemos o conceito dele sobre “as cãs”. — Salmo 71:18.

09 maio, 2012

Você sente solidão?




Talvez seja de ajuda se perguntar: ‘Será que posso fazer algo para melhorar a situação?
Preciso fazer algumas mudanças?
Se preciso, quais são elas?’
As perguntas a seguir podem ajudá-lo a fazer uma autoanálise e achar boas soluções.
Preciso mudar minha atitude?
Qualquer pessoa pode ser vítima da solidão. Mas esse sentimento negativo só se torna um problema sério quando persiste. Se você está passando por isso, talvez seja sinal de que há algo errado com seu modo de encarar a vida.
A raiz do problema pode estar no seu jeito de se comportar na presença de outros. Algumas pessoas, sem querer, colocam uma espécie de arame farpado ao seu redor, dificultando que outros lhe ofereçam sua amizade. Às vezes, tudo que é preciso é mudar sua atitude.

Será que eu evito as pessoas?
Pergunte-se: ‘Tenho a tendência de me afastar dos outros? Será que eles seriam mais simpáticos comigo se eu fosse mais simpático com eles?’ Se acha que precisa melhorar nesse sentido, esforce-se para ser mais extrovertido.
No entanto, desenvolver uma amizade achegada exige tempo e esforço. Um bom começo é aprender a ouvir. Se ouvir com atenção, você estará em melhores condições de falar sobre coisas que os outros acham interessantes. Lembre-se: a empatia promove a amizade.
Meu problema é ser negativo?
A baixa autoestima pode ser uma barreira para fazer amigos. Pergunte-se: ‘Tenho um conceito exageradamente negativo sobre mim mesmo?’
Tenha certeza de que, se você se aproximar das pessoas e ajudá-las de alguma forma, elas acharão que você tem valor. Elas podem corresponder à sua iniciativa e querer ter amizade com você. Então, que tal dar o primeiro passo?
Pensar de modo positivo também o ajudará a fazer amizade com pessoas de várias idades.
Ter amizade com alguém mais velho ou mais jovem pode ser recompensador.
Será que eu me isolo?
Muitas pessoas solitárias sentem um pouco de alívio por passar horas vendo TV, jogando videogames ou usando o computador. Mas, quando desligam os aparelhos, elas continuam se sentindo solitárias. Elsa, que tem 21 anos e mora em Paris, admite: “A TV e os videogames podem se tornar como uma droga que leva a pessoa a não querer mais fazer amigos.”
Uma desvantagem de ver TV é que a pessoa não interage com ninguém, não troca ideias nem faz novas amizades. No caso dos videogames, ocorre basicamente o mesmo: eles transportam as pessoas para um mundo imaginário que desaparece assim que param de jogar. Ficar navegando na internet sem objetivo pode ajudar a fugir da realidade, mas também pode expor o usuário a conteúdo imoral ou a pessoas que ocultam sua identidade. A internet não é um bom lugar para encontrar ou desenvolver amizades verdadeiras.
Desejo me casar?
Alguns querem se casar apenas para acabar com a solidão. É verdade que estar casado com alguém bondoso e amoroso pode trazer muita alegria. Mas tome cuidado: casar-se não é uma decisão de pouca importância que pode ser tomada de modo precipitado.
O casamento não é necessariamente a solução para a solidão. Diz-se que pessoas que têm problemas de comunicação no casamento estão “entre as mais solitárias do mundo”. Infelizmente, há mais pessoas nessa situação do que você talvez imagine. Assim, se você deseja se casar algum dia, seria bom resolver seu problema com a solidão antes de entrar num relacionamento romântico com alguém. Por mudar sua atitude e seus hábitos e por tomar a iniciativa de fazer amizades enquanto está solteiro, você estará se preparando bem para um casamento feliz.
Você pode lidar com a solidão
Talvez não exista uma solução imediata. Mas você pode se sair bem por seguir a Regra Áurea, expressa por Jesus em Mateus 7:12: “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles.” Então, se quer que os outros sejam simpáticos com você, seja simpático com eles. Se quer que se abram com você, abra-se com eles. Pode ser que nem todos correspondam de imediato, mas, com o tempo, alguns farão isso. Mesmo se não corresponderem, você se sentirá feliz por ter tentado.
Jesus disse outra verdade profunda que pode ajudá-lo a lidar com a solidão: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Se der do seu tempo para ajudar os outros — uma criança com seu dever de casa ou um idoso a fazer compras e a manter sua casa ou jardim bem arrumados —, você se sentirá mais feliz e talvez ganhe um verdadeiro amigo.
Encontre os melhores amigos
Há outras maneiras práticas de lidar com a solidão. Saia para caminhar num parque ou em outro lugar tranquilo. E, quando estiver sozinho em casa, ocupe seu tempo com coisas criativas, como costurar, fazer tarefas domésticas e consertos na casa ou ler. Uma pessoa disse: “Até hoje, nunca senti uma ansiedade que não pudesse ser eliminada por uma hora de leitura.” Muitos encontram consolo ao ler principalmente os salmos da Bíblia.
Especialistas notaram que ter a companhia de pessoas que compartilham as mesmas crenças religiosas pode ajudar alguém a lidar com a solidão e também fazer bem à saúde. Onde você pode encontrar pessoas que se esforçam para colocar em prática a Regra Áurea? Num livro sobre religiões, certo observador imparcial escreveu: “Em sua vida congregacional, as Testemunhas de Jeová formam uma verdadeira comunidade onde há confiança e aceitação.”
Jesus indicou qual seria a principal característica do cristianismo verdadeiro quando disse a seus discípulos: “Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.” (João 13:35) Esse amor — primeiro a Deus e depois aos irmãos de fé — é o que identifica em especial os que praticam a religião verdadeira. — Mateus 22:37-39.
Fazer amizade com Deus é o melhor modo de lidar com a solidão. Se ele for seu amigo, você nunca se sentirá solitário. — Romanos 8:38, 39; Hebreus 13:5, 6.

08 maio, 2012

SERÁ QUE TODAS AS PARTES DA BÍBLIA, AINDA TÊM IMPORTÂNCIA?




Mesmo que não concorde com as opiniões radicais sobre a Bíblia, pode ser que você se pergunte se todo o conteúdo dela ainda tem importância.
Afinal, as Bíblias usadas pela maioria das igrejas são divididas no que é em geral chamado de Velho Testamento e Novo Testamento, dando a impressão de que mais de 75% do conteúdo da Bíblia é velho e ultrapassado.
Ninguém continua a oferecer sacrifícios de animais, conforme exigidos na Lei mosaica.
Assim, por que foram preservados todos os detalhes sobre esses sacrifícios no livro de Levítico? (Levítico 1:1–7:38)
E que dizer dos capítulos iniciais de 1 Crônicas, formados quase que inteiramente de listas genealógicas? (1 Crônicas 1:1–9:44)
Se ninguém hoje consegue traçar sua linhagem diretamente até alguém mencionado nesses capítulos, para que servem essas listas?
Imagine que você apanhe uma maçã de uma macieira. Depois de ter colhido a maçã, será que a árvore que a produziu perde a importância? 
Não, se quiser mais frutas!

De certo modo, a Bíblia é como essa macieira. 
Embora tenhamos preferência por alguns trechos, como os Salmos ou o Sermão do Monte, por serem de fácil compreensão e especialmente “saborosos” — assim como temos preferência por certa fruta —, será que deveríamos desconsiderar o resto?


Qual é o conceito da própria Bíblia sobre esse assunto?
Por volta do ano 65 EC, o apóstolo Paulo escreveu sua segunda carta a Timóteo, lembrando-lhe: “Desde a infância tens conhecido os escritos sagrados, que te podem fazer sábio para a salvação, por intermédio da fé em conexão com Cristo Jesus.”
 Paulo disse em seguida: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça.” (2 Timóteo 3:15, 16) 


Por escrever que “toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa”, será que Paulo estava se referindo apenas às Escrituras Gregas?
Note que Paulo disse que Timóteo conhecia “os escritos sagrados” desde “a infância”.
Se, como alguns acreditam, Timóteo tinha 30 e poucos anos de idade quando essa carta foi escrita, então ele era uma criança na época em que Jesus foi morto.
Isso foi antes da escrita de qualquer trecho das Escrituras Gregas.
A mãe de Timóteo era judia, assim, os escritos sagrados que ela usou para ensiná-lo quando criança devem ter sido as Escrituras Hebraicas. (Atos 16:1)
A referência de Paulo a “toda a Escritura” sem dúvida incluía as Escrituras Hebraicas, contendo procedimentos sacrificiais e genealogias.
Hoje, mais de 1.900 anos depois, ainda nos beneficiamos desses trechos da Bíblia de muitas maneiras.
Por exemplo, nem teríamos a Bíblia se Deus não tivesse providenciado que ela fosse escrita e preservada por um povo que ele mesmo havia escolhido. (Romanos 3:1, 2)
No Israel antigo, a Lei mosaica não era apenas uma relíquia sagrada a ser preservada para gerações futuras, mas, na verdade, era a constituição da nação.
Alguns detalhes da Lei que talvez nos pareçam desnecessários hoje eram essenciais para a sobrevivência e o funcionamento adequado do Israel antigo.
Além disso, os registros genealógicos na Bíblia eram necessários para identificar o Messias, que, conforme havia sido predito, seria um descendente direto do Rei Davi. — 2 Samuel 7:12, 13; Lucas 1:32; 3:23-31.
Embora os cristãos não precisem obedecer à Lei mosaica, eles precisam exercer fé no predito Messias, Jesus Cristo.
As genealogias antigas preservadas na Bíblia provam que Jesus era mesmo o prometido “filho de Davi”. E os detalhes sobre os sacrifícios aumentam nosso apreço pelo ainda mais importante sacrifício que Jesus fez, fortalecendo nossa fé no valor desse sacrifício. — Hebreus 9:11, 12.
Numa carta à congregação cristã em Roma, no primeiro século, Paulo escreveu:
“Todas as coisas escritas outrora foram escritas para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras, tivéssemos esperança”. (Romanos 15:4)
Esse texto nos lembra de que a Bíblia foi escrita para nosso benefício — mas não apenas para o nosso.
Por mais de 3.500 anos, suas palavras inspiradas têm orientado, instruído e corrigido o povo de Deus — no deserto do Sinai, na Terra Prometida, no exílio em Babilônia, no Império Romano e hoje no mundo inteiro. Nenhum outro livro pode com razão afirmar isso a respeito de si próprio. Como as raízes de uma macieira, o valor de algumas partes da Bíblia talvez seja difícil de ser notado à primeira vista.
Pode ser que seja preciso “cavar um pouco” para descobrir seu valor, mas esse esforço valerá muito a pena!

28 abril, 2012

DEUS VÊ ALÉM DAS APARÊNCIAS



As aparências podem enganar. O que uma pessoa é por fora não necessariamente revela o que ela é por dentro, no seu íntimo. Os humanos têm a tendência de julgar pela aparência.
Felizmente, Jeová Deus olha além da aparência. Isso fica bem claro nas palavras registradas em 1 Samuel 16:1-12.
Imagine a cena. Jeová estava prestes a ungir um novo rei sobre a nação de Israel.
Deus havia dito ao profeta Samuel: “Enviar-te-ei a Jessé, o belemita, porque providenciei para mim um rei dentre os seus filhos.” Versículo 1)
Jeová não deu o nome, disse apenas que o escolhido seria um dos filhos de Jessé. Enquanto ia para Belém, talvez Samuel se perguntasse: ‘Como é que eu vou saber qual dos filhos de Jessé é o escolhido de Jeová?’
Ao chegar a Belém, Samuel providenciou uma refeição sacrificial para compartilhar com Jessé e seus filhos. Quando Eliabe, o filho mais velho, entrou, Samuel ficou logo impressionado com a sua aparência. Para Samuel, Eliabe sem dúvida tinha um porte de rei, de modo que disse a si mesmo: “Seguramente está perante Jeová o seu ungido.” — Versículo 6.
No entanto, Jeová via as coisas de modo diferente. Ele disse a Samuel: “Não olhes para a sua aparência e para a altura da sua estatura, pois o rejeitei.” (Versículo 7)
Jeová não ficou impressionado com a altura e a beleza de Eliabe. Os olhos de Jeová, que observam tudo, vão além da aparência, olhando para onde a verdadeira beleza pode ser encontrada.
Jeová disse a Samuel: “Porque não como o homem vê é o modo de Deus ver, pois o mero homem vê o que aparece aos olhos, mas quanto a Jeová, ele vê o que o coração é.” (Versículo 7)

De fato, o que importa para Jeová é o coração da pessoa — o que ela é no íntimo, a fonte de seus pensamentos, atitudes e sentimentos. “O examinador dos corações” rejeitou Eliabe bem como os outros seis filhos de Jessé que foram apresentados a Samuel. — Provérbios 17:3.

Jessé tinha mais um filho, Davi, o mais novo, que estava “pastoreando as ovelhas”. (Versículo 11)
Assim, mandaram Davi voltar do campo e o apresentaram a Samuel. Então, Jeová disse a Samuel: “Levanta-te, unge-o, pois é este!” (Versículo 12)
É verdade que Davi era um “rapaz de belos olhos e bem-parecido”. Mas foi o seu coração que o tornou realmente agradável aos olhos de Deus. — 1 Samuel 13:14.

Num mundo que dá tanta importância à beleza externa, é consolador saber que Jeová Deus não se deixa influenciar pela aparência. Para ele, não importa se você é alto ou baixo, ou se os outros o acham bonito ou não.
O que Jeová valoriza é o que você é no íntimo, no coração. Saber isso o ajuda a cultivar qualidades que o tornem bonito aos olhos de Deus. 

18 abril, 2012

FÉ BASEADA EM FATOS


A crença em Deus, não é fé cega, porque há provas indiscutíveis de que Ele existe.
A verdadeira fé em Deus deve se basear em evidências que demonstram que realmente existe um Criador, não pode ser uma credulidade cega.
A Bíblia nos mostra onde encontrar essas evidências.

O apóstolo Paulo disse aos cristãos em Roma que as “qualidades invisíveis [de Deus] são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles [os que não crêem] são inescusáveis”. (Romanos 1:20)

Desde “a criação do mundo” — especialmente desde a criação de seres humanos inteligentes, que podem perceber a existência de Deus — tem sido evidente que existe um Criador de imenso poder, um Deus digno de devoção. Assim, não há desculpas para os que deixam de reconhecer a glória de Deus.

Cada parte dos milhares de sistemas que cooperam entre si para nos manter vivos foi projetada de forma ideal. Além disso, o Universo físico fornece evidências de precisão matemática e ordem. 
Davi escreveu: “Os céus declaram a glória de Deus; e a expansão está contando o trabalho das suas mãos.” — Salmo 19:1.

Dia após dia e noite após noite os céus demonstram a “sabedoria e o poder criativo de Deus”. É como se palavras de louvor a Deus ‘borbulhassem’ dos céus.
Ao definir a fé, a Bíblia enfatiza a importância de evidências. 
Ela diz: “A fé é a expectativa certa de coisas esperadas, a demonstração evidente de realidades, embora não observadas.” (Hebreus 11:1)
A própria constatação de que fomos feitos de maneira maravilhosa, pelo nosso Criador, deixa clara a Sua existência e poder.
Tirar tempo para refletir no maravilhoso projeto de nosso corpo e de outras criaturas vivas nos enche de admiração pela sabedoria de nosso Criador. E nos faz crer de um modo que podemos provar a existência Daquele em quem cremos.

Examinar a harmonia de seus 66 livros, a superioridade de seus padrões de moral e o cumprimento certo de profecias nos dão amplas evidências de que o autor dela é o Criador.
Talvez nos sintamos como o apóstolo Paulo quando escreveu: “Ó profundidade das riquezas, e da sabedoria, e do conhecimento de Deus! Quão inescrutáveis são os seus julgamentos e além de pesquisa são os seus caminhos!” — Romanos 11:33. 

Então ao examinarmos estas evidências e nossa fé aumentar, ficaremos convencidos de que quando lemos a Bíblia estamos na realidade ouvindo o próprio Criador. Com certeza, a Bíblia não exige que acreditemos cegamente em Deus, ao contrário, ela nos oferece provas e respostas de que existe realmente um Criador que se importa conosco. E que a nossa fé em Deus é realmente baseada em fatos!!!