28 março, 2012

SORRIR FAZ MUITO BEM








O SORRISO dura um instante, mas há casos em que não dá para esquecê-lo pelo resto da vida. Tem um valor incalculável, mas está ao alcance de todos — o pobre não tem desculpa de não ter condições de dá-lo e o rico, de dizer que não precisa dele.



O sorriso é o resultado da contração dos músculos em que os olhos se iluminam e os cantos da boca se curvam ligeiramente para cima em uma expressão de contentamento. 


O sorriso de um bebê, logo nas primeiras semanas, encanta os pais, que não escondem seu orgulho. 
Esses primeiros sorrisos são involuntários, apenas um reflexo. Os cientistas explicam ainda que são iguais ao sorriso de pessoas que estão sonhando e parecem estar relacionados com sentimentos íntimos e com atividades do sistema nervoso central. 
Mesmo nos adultos, esse sorriso reflexo pode ocorrer após uma refeição ou enquanto ouvem música.


Passadas cerca de seis semanas, o bebê já reage com um sorriso ao ver certo rosto ou ouvir determinada voz. 


O sorriso social — voluntário e consciente — anima a quem o recebe, seja bebê seja adulto. 
Não só isso, mas dizem que exerce também uma influência positiva na saúde física. 


Outra razão para sorrir é o efeito positivo que ele exerce nos outros. 
Um sorriso sincero comunica nossos sentimentos sem palavras, seja um sorriso de cumprimento, de solidariedade, seja de encorajamento. 


Pode acontecer que só de vermos numa foto o sorriso cativante de uma criança reajamos automaticamente com um sorriso também.


O sorriso de uma pessoa amiga pode ser muito benéfico, deixando-nos mais descontraídos e com mais coragem e disposição para enfrentar frustrações ou problemas.


A Bíblia recomenda: “Não negues o bem àqueles a quem é devido, quando estiver no poder da tua mão fazê-lo.” (Provérbios 3:27) 


É verdade. Sorrir é um gesto bem simples. Mas produz um bem para nós e para os outros.
Faça um esforço para compartilhar com os outros essa dádiva de valor incalculável — um sorriso amigo!

22 março, 2012

VOCÊ DÁ VERDADEIRO VALOR AO RESGATE?



Imagine que você está num leito hospitalar.
Está numa ala em que todos sofrem da mesma doença mortal sem cura conhecida.
Ao saber que um médico está fazendo esforços para encontrar a cura dessa doença, você fica animado. Você aguarda ansiosamente qualquer progresso nas pesquisas. Um dia, fica sabendo que a cura foi encontrada!
O médico responsável pela descoberta fez grandes sacrifícios para tornar a cura possível.
Como você se sentiria?
Com certeza seu coração se encheria de respeito e apreço pelo homem que tornou possível a você e a muitos outros serem livrados da morte.
Essa situação talvez pareça dramática, mas corresponde à realidade que todos nós enfrentamos. Cada um de nós está numa condição muito mais grave do que a descrita aqui. Temos grande necessidade de um resgatador.
Romanos 7:24-"Homem miserável que eu sou! Quem me resgatará do corpo que é submetido a esta morte?"
Para nos livrar, Jeová fez grandes sacrifícios. Seu Filho também fez significativos sacrifícios.
Lembre-se das palavras de 
Romanos 5:12: “Por intermédio de um só homem entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado.” 
A taxa de contaminação do pecado é de 100%, visto que todos os humanos imperfeitos pecam. 
E qual é a taxa de mortalidade?
Paulo escreveu que o pecado traz a morte “a todos os homens”.
Para salvar a humanidade do pecado, o resgatador teria de prover um meio de redenção, uma maneira de reconciliar os humanos com Deus por desfazer os efeitos do pecado. 
Portanto, o livramento que recebemos por meio do sacrifício de Cristo é algo que devemos antes de tudo a Jeová.
É uma expressão de sua vontade perfeita e seu grande amor pelos humanos.
 João 3:16.16 “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna. 
O que Jeová suportou à medida que seu Filho foi torturado, ridicularizado e então executado como um criminoso está além de nossa compreensão.
Nosso livramento custou a Jeová um grande sacrifício! Como, então, podemos mostrar que damos valor a esse livramento?
Retornemos à ilustração feita no início. 
Suponha que o médico que encontra a cura para a doença fizesse a seguinte oferta aos pacientes de sua ala: qualquer paciente que aceitar o tratamento e seguir a dieta prescrita será com certeza curado. 
E se a maioria dos pacientes se recusasse a seguir a orientação médica, alegando que daria muito trabalho tomar o medicamento ou aderir à dieta prescrita? 
Faria como eles, mesmo tendo evidência convincente de que a cura realmente funcionaria?
É claro que não! 
Sem dúvida você mostraria gratidão pela cura e então seguiria com muito cuidado as instruções médicas, talvez até mesmo contando a outros sua escolha.
Num sentido muito mais amplo, cada um de nós devia estar ansioso de mostrar a Jeová o quanto damos valor ao livramento que ele tornou possível por meio do sacrifício de resgate de seu Filho. 
Se tivermos apreço pelo que Jeová e seu Filho fizeram por nós para nos livrar do pecado e da morte, demonstraremos isso. (1 João 5:3)
Lutaremos contra nossa tendência de pecar. Nunca cederemos à prática deliberada do pecado nem levaremos a hipócrita vida dupla que geralmente a acompanha.
Fazer isso seria o mesmo que dizer que não damos valor ao sacrifício de resgate nem temos apreço por ele.
Em vez disso, mostraremos nosso apreço por nos esforçarmos arduamente para permanecer limpos aos olhos de Deus.




18 março, 2012

Seus objetivos são realistas?



foto do site 1001 imagens 

O que você espera da vida?
Suas expectativas são razoáveis ou você fica sonhando com coisas que estão além das suas condições ou capacidade?
Um atento observador da natureza humana deu o seguinte conselho sábio: “Melhor é contentar-se com o que os olhos veem do que sonhar com o que se deseja. Isso também não faz sentido; é correr atrás do vento.” — Eclesiastes 6:9, Nova Versão Internacional.
“O que os olhos veem” refere-se às nossas circunstâncias atuais. É claro que não há nada de errado em tentar melhorar de vida.
Mas o que a Bíblia quer dizer é que não é sábio correr atrás de objetivos irrealistas. Esses podem incluir fama, riquezas, um marido ou esposa sem defeitos ou saúde perfeita.
Além disso, alguns que conseguem realizar um objetivo, como o de ficar rico, continuam querendo mais.
A Bíblia diz francamente: “O mero amante da prata não se fartará de prata, nem o amante da opulência, da renda. Também isto é vaidade.” (Eclesiastes 5:10)
Mas os espiritualmente sábios tentam estar satisfeitos com o que têm, “o que os [seus] olhos veem”. Eles reconhecem esta verdade: “Não trouxemos nada ao mundo, nem podemos levar nada embora.” — 1 Timóteo 6:7.
Por natureza, para ter verdadeira felicidade, o ser humano precisa satisfazer suas necessidades espirituais. (Mateus 5:3)
Como fazer isso?
Jesus Cristo disse: “O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.” (Mateus 4:4) Essas valiosas ‘pronunciações’ estão na Bíblia, à disposição de todas as pessoas.
Uma dessas pronunciações está no Salmo 37:4, que diz: “Deleita-te também em Jeová, e ele te concederá os pedidos do teu coração.”
Por ser o Deus Todo-Poderoso, Jeová dará a seus adoradores fiéis coisas que nenhum ser humano pode oferecer: saúde perfeita, segurança material e vida eterna num paraíso na Terra. (Lucas 23:43; Revelação [Apocalipse] 21:3, 4) Confiar nessas palavras não é irrealista.

16 março, 2012

A PAZ DE DEUS




Neste mundo agitado, poucos são os dias que passam suavemente.
Ocorrem acidentes, planos fracassam e pessoas nos desapontam. Esses contratempos podem privar-nos da felicidade.
No entanto, aos que servem a Jeová Deus, a Bíblia promete contentamento íntimo — “a paz de Deus”. Como obtemos esta paz?
O apóstolo Paulo escreveu:
“Não estejais ansiosos de coisa alguma, mas em tudo, por oração e súplica, junto com agradecimento, fazei conhecer as vossas petições a Deus; e a paz de Deus, que excede todo pensamento, guardará os vossos corações e as vossas faculdades mentais por meio de Cristo Jesus.” (Filipenses 4:6, 7) 
Em vez de tentarmos resolver sozinhos os nossos problemas, temos de orar fervorosamente, lançando nossos fardos diários sobre Deus. (Salmo 55:22)
A fé em que ele atende a tais súplicas por meio do seu Filho, Jesus Cristo, aumentará ao passo que crescermos espiritualmente e discernirmos como Deus nos ajuda. — João 14:6, 14; 2 Tessalonicenses 1:3.
Depois de termos aumentado nossa confiança em Jeová Deus, o “Ouvinte de oração”, ficamos melhor equipados para lidar com provações, tais como uma prolongada doença, a velhice ou a perda de um ente querido. (Salmo 65:2)
No entanto, para levarmos uma vida realmente significativa, também temos de levar em conta o futuro.
Alegre-se na esperança à frente.
A Bíblia promete “novos céus e uma nova terra”, um justo e compassivo governo celestial que governará a família humana obediente. (2 Pedro 3:13)
Neste novo mundo prometido por Deus, a guerra e a injustiça serão substituídas pela paz e pela justiça. Isto não é mero sonho, mas é uma convicção que cada dia pode ficar mais forte.
São deveras boas novas, e certamente dão motivo para regozijo. — Romanos 12:12; Tito 1:2.

08 março, 2012

Será que a Bíblia discrimina as mulheres?


Achei este artigo muito importante e esclarecedor.
Acredito que a Bíblia é um guia prático para a nossa vida mesmo tendo sido escrita a milhares de anos.
Assim esta análise pode esclarecer o conceito da Bíblia sobre o assunto.


"O Conceito da Bíblia

Tertuliano, teólogo do terceiro século, descreveu as mulheres como “o portão do Diabo”. Outros têm usado a Bíblia para retratar as mulheres como menos importantes que os homens. Em resultado disso, muitas pessoas acham que a Bíblia discrimina as mulheres.
Elizabeth Cady Stanton, pioneira na luta pelos direitos das mulheres no século 19 nos Estados Unidos, concluiu que “a Bíblia e a Igreja têm sido os maiores obstáculos na questão da emancipação feminina”. Sobre os primeiros cinco livros da Bíblia, ela disse certa vez: “Não conheço nenhum outro livro que ensine a sujeição e a degradação das mulheres de forma tão categórica.”
Embora hoje em dia alguns talvez tenham pontos de vista extremos como esse, muitos ainda acham que algumas partes da Bíblia apóiam a discriminação contra as mulheres. Será que essa opinião tem fundamento?
Como as Escrituras Hebraicas encaram as mulheres
“Terás desejo ardente de teu esposo, e ele te dominará.” (Gênesis 3:16) Os críticos indicam isso como um julgamento da parte de Deus contra Eva e uma aprovação divina do domínio do homem sobre a mulher. No entanto, em vez de declarar o propósito de Deus, essa afirmação mostra claramente as tristes conseqüências do pecado e da rejeição à soberania divina. O abuso contra as mulheres é resultado direto da imperfeição humana, não da vontade de Deus. De fato, em muitas culturas as esposas são dominadas pelos maridos, geralmente de forma muito rude. Mas essa não era a intenção de Deus.
Tanto Adão como Eva foram feitos à imagem de Deus. Além disso, receberam dele as mesmas instruções para serem fecundos, encher a Terra e sujeitá-la. Deviam trabalhar juntos, como uma equipe. (Gênesis 1:27, 28) É claro que, naquele tempo, nenhum dos dois dominava o outro cruelmente. Gênesis 1:31 diz: “Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom.”
Em alguns casos, os relatos bíblicos não indicam qual o conceito de Deus sobre determinado assunto. Podem ser apenas narrativa histórica.
O fato é que Deus odeia todas as formas de exploração e abuso. (Êxodo 22:22; Deuteronômio 27:19; Isaías 10:1, 2)
A Lei mosaica condenava o estupro e a prostituição. (Levítico 19:29; Deuteronômio 22:23-29)
O adultério era proibido, e a punição para as duas pessoas envolvidas era a morte. (Levítico 20:10) Em vez de discriminar as mulheres, a Lei as dignificava e protegia contra a exploração comum nas nações vizinhas. A esposa judia capaz era uma pessoa muito respeitada e valorizada. (Provérbios 31:10, 28-30)
O fracasso dos israelitas em seguir as leis de Deus na questão de mostrar respeito pelas mulheres era culpa deles, não a vontade de Deus. (Deuteronômio 32:5)
Por fim, Deus julgou e puniu toda a nação por sua flagrante desobediência.
Sujeição significa discriminação?
Qualquer sociedade só funciona bem quando há ordem, o que exige administração de autoridade. O contrário disso é o caos.
“Deus não é Deus de desordem, mas de paz.” — 1 Coríntios 14:33.
O apóstolo Paulo descreve o princípio da chefia na família: “A cabeça de todo homem é o Cristo; por sua vez, a cabeça da mulher é o homem; por sua vez, a cabeça do Cristo é Deus.” (1 Coríntios 11:3) Toda pessoa, exceto Deus, está sujeita a alguma autoridade.
Será que por Jesus ter um cabeça significa que ele é discriminado?
Claro que não!
O fato de os homens terem sido biblicamente designados para tomar a dianteira na congregação e na família não quer dizer que as mulheres estão sendo discriminadas.
Para prosperar, tanto a família como a congregação precisam de homens e mulheres que desempenhem seus respectivos papéis com amor e respeito. — Efésios 5:21-25, 28, 29, 33.
Jesus sempre tratava as mulheres com respeito.
Ele se recusava a seguir as tradições e as regras discriminatórias ensinadas pelos fariseus. Conversava com mulheres que não eram judias. (Mateus 15:22-28; João 4:7-9)
Ele ensinava as mulheres. (Lucas 10:38-42)
Protegia-as de ser abandonadas. (Marcos 10:11, 12)
Talvez a atitude mais revolucionária para a época de Jesus foi ele ter aceito mulheres no seu círculo de amigos íntimos. (Lucas 8:1-3)
Como a personificação perfeita de todas as qualidades divinas, Jesus mostrou que tanto o homem como a mulher têm o mesmo valor aos olhos de Deus. De fato, entre os primeiros cristãos, homens e mulheres receberam a dádiva gratuita do espírito santo. (Atos 2:1-4, 17, 18)
Para os ungidos, que têm a perspectiva de servir como reis e sacerdotes com Cristo, não haverá nenhuma distinção de sexo quando forem ressuscitados para a vida celestial. (Gálatas 3:28)
Jeová, o autor da Bíblia, não discrimina as mulheres."

Despertai 08\11\2005

07 março, 2012

CORAGEM




Pense na coragem de Moisés ao falar com Faraó, um governante que não era encarado como mero representante dos deuses, mas sim ele próprio um deus, o filho do deus-sol Rá. 
É possível que ele, como outros faraós, adorasse a sua própria imagem. A palavra de Faraó era lei; ele governava por decreto. 
Poderoso, arrogante e obstinado, não estava acostumado a receber ordens. Foi perante esse homem que Moisés, um manso pastor, compareceu diversas vezes — sem ser convidado nem ser bem-vindo. 
E o que Moisés predisse? Pragas devastadoras. E o que ele pediu? Permissão para que milhões de escravos de Faraó deixassem o país. Será que Moisés precisava de coragem? 
Com certeza! — Núm. 12:3; Heb. 11:27.
Durante os séculos seguintes, os profetas e outros servos fiéis de Deus também tomaram uma corajosa posição em favor da adoração pura. 
O mundo de Satanás não os tratou bem. Paulo diz: ‘Foram apedrejados, provados, serrados em pedaços, morreram abatidos pela espada, andavam vestidos de peles de ovelhas e de cabras, passando necessidade, tribulação, sofrendo maus-tratos.’ (Heb. 11:37) 
O que ajudou esses servos leais de Deus a permanecer firmes? 
Alguns versículos antes, o apóstolo mencionou o que foi que deu a Abel, Abraão, Sara e outros a força necessária para suportar provações. 
Ele declarou: “Embora não recebessem o cumprimento das promessas . . . viram-nas de longe e acolheram-nas [“abraçaram-nas”, nota].” (Heb. 11:13) 
Sem dúvida, profetas como Elias, Jeremias, e outros fiéis dos tempos pré-cristãos que corajosamente defenderam a adoração verdadeira, também foram ajudados a perseverar por manter seus olhos fixos nas promessas de Jeová. — Tito 1:2.
O nosso Modelo, Jesus, mostrou coragem de várias maneiras. 
Por exemplo, embora fosse odiado pelos poderosos e influentes, ele não atenuou aquilo que Deus queria que as pessoas soubessem. 
Expôs destemidamente a hipocrisia dos poderosos líderes religiosos e a falsidade de seus ensinos. Aqueles homens estavam condenados, e Jesus disse-lhes isso de modo claro e sem rodeios. 
Certa ocasião, ele declarou: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque vos assemelhais a sepulcros caiados, que por fora, deveras, parecem belos, mas que por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda sorte de impureza. Do mesmo modo, vós também, deveras, pareceis por fora justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e do que é contra a lei.” — Mat. 23:27, 28.
Assim como no passado, a verdade continua a causar divisão entre as pessoas. Algumas a aceitam, outras não entendem nem apreciam a nossa forma de adoração. Ainda outras nos criticam, nos ridicularizam ou até mesmo nos odeiam, como Jesus predisse. (Mat. 10:22) 
Às vezes, somos alvos de deturpações e propaganda maldosa nos meios de comunicação. (Sal. 109:1-3) 
No entanto, em toda a Terra, o povo de Jeová divulga corajosamente as boas novas
Nesse mundo apartado de Deus, exige coragem pregar assim como Jesus pregou. 
O que o ajudará nesse sentido? 
lhe para o futuro.
 Mantenha forte seu amor a Deus e ao próximo. 
Ore a Jeová pedindo coragem. 
Lembre-se sempre: você nunca está sozinho, pois Jesus está com você. (Mat. 28:20) 
O espírito santo o fortalecerá. E Jeová o abençoará e apoiará. 
Portanto, tenhamos boa coragem e digamos: “Jeová é o meu ajudador; não terei medo. Que me pode fazer o homem?” — Heb. 13:6.

05 março, 2012

VOCÊ PODE SER AMIGO DE DEUS





Fica claro que, segundo a Bíblia, o Criador é uma pessoa única, com nome e personalidade. Ele tem poder e a capacidade de tomar ações bem pensadas e deliberadas, motivadas por qualidades nobres como bondade, sabedoria e um senso de justiça. Não está distante de nós nem é inacessível. Na realidade, ele diz: “Eu, Jeová, teu Deus, agarro a tua direita, Aquele que te diz: ‘Não tenhas medo. Eu mesmo te ajudarei.’” — Isaías 41:13.

Muitas pessoas ficam tão maravilhadas com a natureza que são impelidas a acreditar numa força sobrenatural, uma deidade. Você fica impressionado com a complexidade do Universo? Fica admirado com as maravilhas naturais de nosso planeta e os mecanismos complexos do corpo humano?
Em caso afirmativo, pode ser que você também tenha chegado à conclusão que existe uma força divina. Algumas religiões ensinam que essa força habita nas montanhas, nas árvores, no céu e em outros elementos do Universo físico.
Outras acreditam que os espíritos de antepassados, alguns bons e outros maus, formam uma combinação de forças misteriosas que juntas compõem um Ser Supremo — Deus.
Qualquer que seja o caso, uma crença comum é que essa força sobrenatural não tem personalidade. Algumas pessoas acham difícil acreditar que Deus tem pensamentos, emoções, desejos e um propósito.
Será que Deus é uma pessoa real? A Bíblia, um dos livros sagrados mais antigos e de ampla circulação hoje, dá uma resposta clara.

A Bíblia ensina que o homem foi criado para refletir as qualidades de Deus. Gênesis 1:27 diz que “Deus criou os seres humanos . . . parecidos com [Ele]”. — Bíblia na Linguagem de Hoje.
É claro que isso não significa que os primeiros humanos eram cópias exatas de Deus. A Bíblia diz que ele é um espírito invisível, mas que os humanos são feitos de elementos da Terra. (Gênesis 2:7; João 4:24) Excetuando essa diferença básica entre Deus e os humanos, examinar a fundo as qualidades humanas esclarece como Deus realmente é.

Os humanos têm certa medida de poder e a capacidade de tomar ações bem pensadas e deliberadas. Essas ações podem ser motivadas por características como bondade, raciocínio, sabedoria prática e um senso de justiça. Os humanos revelam emoções que variam do amor ao ódio. São as várias combinações dessas características que nos tornam ligeiramente diferentes uns dos outros. De fato, cada um de nós tem uma personalidade diferente. Assim, os humanos são pessoas.
Faria sentido que Deus nos criasse como pessoas complexas se ele mesmo fosse uma força impessoal vagando sem rumo num domínio espiritual? Se os humanos foram feitos à imagem de Deus, então a natureza de Deus seria de muitas maneiras parecida à natureza humana. Analise os pontos a seguir.
Deus tem um nome.
A Bíblia diz em Isaías 42:8: “Eu sou Jeová. Este é meu nome.” Deus quer que todas as pessoas conheçam seu nome. A Bíblia também diz: “Venha a ser abençoado o nome de Jeová desde agora e por tempo indefinido. Desde o nascente do sol até o seu poente, o nome de Jeová deve ser louvado.” (Salmo 113:2, 3) Assim, por usar o nome de Deus com frequência, os adoradores dele o tratam como pessoa.
Deus é sem igual.
A Bíblia ensina que realmente Deus é sem igual. (1 Coríntios 8:5, 6) “É por isso que tu és deveras grande, ó Soberano Senhor Jeová; pois não há quem te seja igual e não há Deus além de ti”, diz a Bíblia. (2 Samuel 7:22)
As Escrituras também descrevem Jeová como “o verdadeiro Deus nos céus em cima e na terra embaixo. Não há outro”. — Deuteronômio 4:39.
Jeová Deus odeia a maldade.
 A Bíblia diz que o Criador odeia coisas como “olhos altaneiros, língua falsa e mãos que derramam sangue inocente, o coração que projeta ardis prejudiciais, pés que se apressam a correr para a maldade, a testemunha falsa que profere mentiras e todo aquele que cria contendas entre irmãos”. (Provérbios 6:16-19) Note que Deus odeia comportamentos humanos que prejudicam outros humanos.
Com isso, aprendemos que Deus se importa conosco e que ele odeia as coisas que nos prejudicam.
Jeová é um Deus amoroso.
A Bíblia explica que Deus ama muito “as pessoas deste mundo”. (João 3:16, Contemporary English Version) Ela retrata sua personalidade como a de um pai carinhoso que quer o melhor para seus filhos. (Isaías 64:8) Os humanos podem receber muitas bênçãos por encarar a Deus como seu Pai amoroso.
Deus tem um propósito para a humanidade.
A Bíblia diz: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” (Salmo 37:29)
Por saber que Jeová é único e tem uma identidade distinta, fica mais fácil desenvolver um relacionamento pessoal com ele e receber as bênçãos que ele oferece para aqueles que se tornam seus amigos. — Deuteronômio 6:4, 5; 1 Pedro 5:6, 7.

03 março, 2012

A IMPORTÂNCIA DO NOME DE DEUS



“Todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo.” (Romanos 10:13) 
Com estas palavras, o apóstolo Paulo acentua quão vital nos é conhecer o nome de Deus.
Sua declaração nos leva de novo à nossa pergunta inicial: Por que Jesus pôs a ‘santificação’ do nome de Deus bem no início da sua Oração-modelo, à frente de tantos outros assuntos importantes?
Para entender isso, precisamos entender um pouco melhor o significado de duas palavras-chaves.
Primeiro, o que realmente significa a palavra ‘santificar’?
Literalmente significa “tornar santo”.
Mas já não é santo o nome de Deus?
Claro que é.
Ao santificarmos o nome de Deus, não o tornamos mais santo do que é. Em vez disso, nós o reconhecemos como santo, colocamo-lo à parte, mantemo-lo na mais elevada estima.
Ao orarmos pela santificação do nome de Deus, antevemos o tempo em que toda a criação respeitará este nome qual santo.
Segundo, exatamente qual é a inferência da palavra “nome”?
Já vimos que Deus tem nome, Jeová, e que seu nome ocorre milhares de vezes na Bíblia.
Já consideramos, também, a importância de reintegrar esse nome ao seu lugar legítimo no texto bíblico. Se o nome não existir ali, como podem cumprir-se as palavras do salmista:
“Os que conhecem o teu nome confiarão em ti, pois certamente não abandonarás os que te buscam, ó Jeová”? — Salmo 9:10.
Mas, será que ‘conhecer o nome de Deus’ envolve meramente um conhecimento intelectual que o nome de Deus em hebraico é YHWH, ou Jeová, em português?
Não, significa mais do que isso.
Quando Moisés estava no monte Sinai, “Jeová passou a descer na nuvem e a pôr-se ali junto dele [de Moisés], e passou a declarar o nome de Jeová”.
O que acarretava essa declaração do nome de Jeová?
Uma descrição de suas qualidades: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade.” (Êxodo 34:5, 6) 
De novo, pouco antes de sua morte, Moisés disse aos israelitas: “Declararei o nome de Jeová.”
Que se seguiu?
A menção de algumas de Suas grandes qualidades e, em seguida, um retrospecto do que Deus havia feito para com Israel pela causa de Seu nome. (Deuteronômio 32:3-43)
Conhecer o nome de Deus significa aprender o que esse nome representa e adorar o Deus que tem este nome.
Visto que Jeová tem associado seu nome às suas qualidades, seus propósitos e suas ações, podemos ver por que a Bíblia diz que o nome de Deus é santo. (Levítico 22:32)
Ele é majestoso, grande, atemorizante e inalcançavelmente elevado. (Salmo 8:1; 99:3; 148:13)
Sim, o nome de Deus é mais do que mero rótulo. Ele o representa qual pessoa. Não se tratava meramente de um nome temporário para ser usado por algum tempo e então ser desbancado por um título tal como “Senhor”. O próprio Jeová disse a Moisés: “‘Jeová . . .’ Este é o meu nome por tempo indefinido e este é o meu memorial por geração após geração.” — Êxodo 3:15.
Tente o que quiser, o homem jamais eliminará o nome de Deus da terra. “‘Meu nome será grande entre as nações desde o nascente do sol até o seu poente, e em todo lugar se fará fumaça sacrificial, far-se-á um oferecimento ao meu nome, sim, um presente limpo; porque meu nome será grande entre as nações’, disse Jeová dos exércitos.” — Malaquias 1:11; Êxodo 9:16; Ezequiel 36:23.
Portanto, a santificação do nome de Deus é muito mais importante do que qualquer outro assunto. Todos os propósitos de Deus estão ligados ao seu nome.
Os problemas da humanidade começaram logo quando Satanás profanou o nome de Jeová por tachá-lo, em efeito, de mentiroso e incapaz de governar a raça humana. (Gênesis 3:1-6; João 8:44)
Somente quando o nome de Deus for corretamente vindicado a humanidade usufruirá alívio completo dos efeitos desastrosos da mentira de Satanás.
Esta é a razão de os cristãos orarem tão fervorosamente pela santificação do nome de Deus.

Mateus 6:9-10 “Portanto, tendes de orar do seguinte modo: “‘Nosso Pai nos céus, santificado seja o teu nome.  Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.

GENEROSIDADE





Jesus disse:
“Há mais felicidade em dar do que há em receber.”Atos 20:35
Quando presenteamos alguém nos sentimos felizes por alguns momentos,  mas, sermos pessoas generosas pode produzir um verdadeiro estado de felicidade.
É claro que a generosidade pode ser expressa de muitas maneiras.
Uma das melhores, e geralmente a mais apreciada, é dar de si mesmo.
Quando analisamos estudos sobre altruísmo, felicidade ou saúde,  chegamos a conclusão que a pessoa altruísta,  prestativa e bondosa tem melhor saúde física e mental, vive mais e apresenta menos sintomas de depressão. Embora estes problemas podem ocorrer a qualquer um de nós.
Assim, aquilo que damos de modo generoso, de acordo com nossas condições, não nos faz falta e nos causa alegria e prazer.
 Provérbios 11:25 diz: “O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá
De acordo com essas palavras, aqueles que são verdadeiramente generosos — que não dão pensando em receber algo em troca — são apreciados e amados, principalmente por Deus. — Hebreus 13:16.
Devemos praticar a generosidade de todo o coração, pois generosidade gera generosidade.  Lucas 6:38.