29 agosto, 2012

Sete princípios sábios para administrar o seu dinheiro



Os princípios a seguir são encontrados num livro antigo repleto de declarações práticas e atuais.
Pense em como eles podem ajudar você a administrar seu dinheiro.

1. “O mero amante da prata não se fartará de prata, nem o amante da opulência, da renda.” (Eclesiastes 5:10) O autor dessas palavras não era alguém pobre e invejoso. Era um dos homens mais ricos que já viveram, o Rei Salomão de Israel. Ele as escreveu baseado em sua própria experiência e observação. Homens ricos dos nossos dias já fizeram comentários similares.

2. “Tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. Os que querem ficar ricos caem em tentação.” (1 Timóteo 6:8, 9, Nova Versão Internacional) Essas palavras foram ditas pelo apóstolo Paulo, que abriu mão de uma carreira de sucesso e se tornou seguidor de Jesus Cristo. Ao contrário de alguns líderes religiosos de hoje, Paulo resistiu firmemente à tentação de se aproveitar de seus irmãos de fé e daqueles a quem ensinava. Por isso, ele podia dizer com sinceridade: “De ninguém cobicei a prata, ou o ouro, ou a vestimenta. Vós mesmos sabeis que estas mãos têm cuidado das minhas necessidades, bem como das daqueles que estavam comigo.” — Atos 20:33, 34.

3. “Quem de vós, querendo construir uma torre, não se assenta primeiro e calcula a despesa, para ver se tem bastante para completá-la?” (Lucas 14:28) A ilustração de Jesus pode ser aplicada a uma decisão que você tem de tomar ao fazer uma compra, especialmente com cartão de crédito: comprar por impulso ou ser paciente e calcular a despesa? Você precisa mesmo daquele item e tem condições de comprá-lo?

4. "O rico é quem domina sobre os de poucos meios, e quem toma emprestado é servo do homem que empresta."  (Provérbios 22:7) A recente crise financeira mundial tem exposto a insensatez das dívidas contraídas com cartões de crédito e de outros modos. Em alguns países, “é comum uma pessoa ter em média uma dívida de mais de 9 mil dólares em quatro ou mais cartões de crédito”, diz Michael Wagner no seu livro Your Money, Day One, publicado em 2009
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5. “O iníquo toma emprestado e não paga de volta, mas o justo está mostrando favor e está dando presentes.” (Salmo 37:21) Alguns procuram maneiras fáceis de evitar pagar suas dívidas. Mas os que dão valor à sua relação com Deus reconhecem a importância de fazer o máximo para quitar suas dívidas e também de ser generosos.

6. “Eu era moço, também fiquei velho, e, no entanto, não vi nenhum justo completamente abandonado, nem a sua descendência procurando pão.” (Salmo 37:25) Essas palavras foram escritas por um homem que foi tratado injustamente. Por anos foi fugitivo e houve ocasiões em que viveu em cavernas ou buscou asilo em países estrangeiros. Mais tarde, esse fugitivo, Davi, tornou-se rei do Israel antigo. Durante sua vida ele sentiu a veracidade das palavras acima.

7. “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” (Atos 20:35) Essas palavras foram ditas pelo maior homem que já viveu. “Pela alegria que se lhe apresentou”, Jesus usou sua vida na Terra para ajudar outros. Hoje, ele é uma criatura espiritual imortal nos céus ao lado direito do “Deus feliz”, Jeová. — Hebreus 12:2; 1 Timóteo 1:11.
Não existe um objetivo melhor na vida do que imitar o exemplo de Jesus, fazendo tudo ao nosso alcance para ajudar outros. Sem dúvida, concordará que é melhor ser alguém que economiza com cuidado, para ter condições de ser generoso, do que alguém que gasta de forma egoísta.

08 agosto, 2012

Por que estamos aqui?





Segundo a Bíblia, Deus, que se chama Jeová, é supremamente inteligente. Ele é a Fonte de toda força cósmica e o Criador do Universo. (Salmo 83:18; 92:5)
O primeiro capítulo da Bíblia declara: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” Depois, criou o homem à sua “imagem” — ou seja, com qualidades iguais às Dele — e ordenou que o homem tivesse filhos e enchesse a Terra. — Gênesis 1:1, 26, 28.
Significa isso que Deus criou o Universo, incluindo a Terra com suas muitas espécies de animais e plantas, simplesmente para abrigar a raça humana? E será que estamos aqui apenas para comer, beber, ter filhos e aproveitar a vida por algumas décadas?
Por que Deus nos criou?
Jeová Deus criou a humanidade como expressão do seu amor — ele quis compartilhar a vida e a felicidade com os humanos. Sem dúvida, Deus sentiu muita alegria ao criar todo tipo de coisas físicas para que o homem vivesse cercado de beleza e fartura. Acima de tudo, os humanos deveriam ter uma relação achegada com seu Criador, conhecendo-o e comunicando-se com ele. Foram criados para viver eternamente em condições perfeitas e pacíficas. — Gênesis 3:8, 9; Salmo 37:11, 29.
Jeová também deu aos humanos um trabalho gratificante e significativo.
Ele disse aos primeiros humanos: “Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e tende em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e toda criatura vivente que se move na terra.” (Gênesis 1:28)
Assim, o primeiro casal e seus descendentes deveriam transformar a Terra inteira num paraíso.
As coisas não saíram imediatamente de acordo com o propósito original de Jeová para a humanidade. Contudo, ele ainda será cumprido. — Isaías 46:9-11; 55:11.
Enquanto isso, o desejo — a necessidade — que a humanidade tem de conhecer a Deus e de ter uma relação com ele fica evidente em sua busca por um objetivo.
O homem foi criado como um ser inteligente que tem o desejo de explorar e compreender as coisas. E a Bíblia diz que ele continuará acumulando conhecimento satisfatório sobre Deus e sua criação para sempre.

Um escritor bíblico expressou o objetivo do homem da seguinte forma: “Vi a ocupação que Deus deu aos filhos da humanidade para se ocuparem nela. Tudo ele fez bonito no seu tempo. Pôs até mesmo tempo indefinido no seu coração, para que a humanidade nunca descobrisse o trabalho que o verdadeiro Deus tem feito do começo ao fim. Vim saber que não há nada melhor para eles do que alegrar-se e fazer o bem durante a sua vida; e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus.” (Eclesiastes 3:10-13) 

Assim, a humanidade nunca descobrirá tudo sobre Deus e sua criação.
Aprenda sobre Deus
Você pode conhecer a Jeová por analisar sua criação.
Um escritor bíblico disse que as “qualidades invisíveis [de Deus] são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade”. (Romanos 1:20)
De fato, pode-se aprender muito sobre o amor, a sabedoria e o poder de Jeová por meio da criação.
Outra fonte vital de informações sobre Deus é a Bíblia.
Aprende-se muito mais sobre Jeová — seus conceitos, qualidades e propósitos — lendo esse livro inspirado do que analisando a criação.
A Bíblia declara sobre o propósito de Deus: “Quanto aos céus, os céus pertencem a Jeová, mas a terra ele deu aos filhos dos homens.” (Salmo 115:16)
Assim, é razoável concluir que o único lugar adequado no Universo para a humanidade viver é a Terra, que foi feita por Jeová exatamente com esse objetivo.
Então, o que dizer do infinito cosmo?
Será que todas as estrelas à nossa volta estão ali apenas para manter nosso sistema solar em perfeito equilíbrio, a fim de possibilitar a vida na Terra?
Será que o objetivo dos corpos celestes é simplesmente embelezar o céu à noite?
Temos de admitir que há muitas coisas que ainda não sabemos.
Mas isso é bom! Por quê?
A eternidade não será suficiente para que a humanidade entenda tudo sobre as criações e os propósitos de Deus. Ele quer que nosso futuro seja repleto de descobertas e alegria sem fim.
A vida eterna em felicidade na Terra dará à humanidade obediente ampla oportunidade de descobrir muito mais coisas sobre o Universo.

05 agosto, 2012

PORQUE SE PODE CONFIAR NA BÍBLIA





Pode-se confiar na Bíblia?
Porque ela é totalmente autêntica.
Ninguém jamais conseguiu com êxito desafiar a autenticidade da Bíblia.
O renomado cientista Sir Isaac Newton disse: “Encontro na Bíblia mais indícios indisputáveis de autenticidade do que em qualquer história profana.”
Nenhum livro antigo é tão bem atestado como a Bíblia.”
Tudo a respeito da Bíblia indica ser ela totalmente genuína.
Pode-se confiar na Bíblia por ser ela totalmente exata em todas as suas declarações.
A Bíblia diz que Deus “estende o norte sobre o vazio, suspende a terra sobre o nada”. (Jó 26:7)
Em vez de reiterar as fantasiosas teorias da época, tais como a de a Terra estar apoiada sobre elefantes, a Bíblia declarou o que mais tarde ficou estabelecido como verdade científica — que a Terra está ‘suspensa’ no espaço. Além disso, mais de dois mil anos antes de Colombo, a Bíblia disse claramente que a Terra é redonda. — Isaías 40:22.


Pode-se confiar na Bíblia porque as suas promessas e suas profecias sempre se cumprem. Veja apenas um exemplo. Por mais inacreditável que parecesse ao Israel cativo, Jeová Deus, o autor da Bíblia, prometera que o libertaria do cativeiro na poderosa Babilônia e o restabeleceria em Jerusalém. Parecia uma esperança improvável, pois Babilônia era a potência mundial dominante e havia devastado totalmente Jerusalém. Mas, com cerca de duzentos anos de antecedência, Jeová até mesmo mencionou por nome o governante persa Ciro como aquele que conquistaria Babilônia e libertaria Seu povo. Predisse também que as defesas do rio de Babilônia falhariam. Poderá ler esse relato em Isaías 44:24-45:4.
“Ciro não tinha nascido quando a profecia foi escrita. . . . A profecia se cumpriu em pormenores a partir de 539 AEC. Ciro desviou as águas do rio Eufrates para um lago artificial, as portas de Babilônia que davam para o rio haviam sido deixadas abertas por descuido durante uma festa na cidade, e Babilônia caiu às mãos dos medos e dos persas sob o comando de Ciro. Depois disso, Ciro libertou os judeus do exílio e os enviou de volta a Jerusalém com instruções para reconstruírem ali o templo de Jeová.” Todas as promessas de Deus similares a essa, todas as profecias da Bíblia, infalivelmente se cumpriram no tempo certo.



Pode-se confiar na Bíblia por causa de sua honestidade e candura. Os escritores da Bíblia nada falsificaram. Eles relatavam honestamente os fatos mesmo quando aquilo que dissessem refletisse mal sobre eles mesmos, seus compatriotas e seus governantes. Em seu evangelho, o apóstolo Mateus, por exemplo, admitiu francamente que os apóstolos de Jesus Cristo às vezes mostraram falta de fé, discutiram sobre questões de prestígio e até mesmo abandonaram a Jesus quando ele foi preso. — Mateus 17:18-20; 20:20-28; 26:56.

Outro grande motivo para se confiar na Bíblia é que seus conselhos sempre resultaram ser práticos e benéficos, contanto que as pessoas confiassem neles o suficiente para os aplicar. (Provérbios 2:1-9)
Os conselhos da Bíblia se contrastam muito com os freqüentemente instáveis conselhos de “especialistas” em lidar com os problemas da vida. Os escritores bíblicos não deram conselhos casuais.
Eles registraram conselhos de confiança, inspirados por Deus, que resistiram ao teste do tempo. — 2 Timóteo 3:16, 17.
“Os conselhos da Bíblia protegeram-me de um rumo que poderia ter arruinado a minha vida”,

Confiança total em Deus e na sua Palavra, a Bíblia.
Deus tornou-se como um querido amigo para muitas pessoas, de confiança, que sussurrou conselhos em seus ouvidos em tempos de dificuldade. (Note Isaías 30:21.)
Elas aprenderam princípios bíblicos que as ajudaram a lidar com as pressões e os problemas da vida.
E aprenderam a confiar nas promessas maravilhosas do Deus que não pode mentir — como a de uma bela “nova terra” livre de fraudes, mentiras, explorações, tristezas, doenças e até mesmo da morte! — 2 Pedro 3:13; Salmo 37:11, 29; Revelação (Apocalipse) 21:4, 5.
Você pode desenvolver essa mesma confiança. O mundo talvez traia a sua confiança, mas esteja certo de que confiar em Deus e na sua Palavra jamais será desapontador. Os editores desta revista terão prazer em providenciar que alguém o ajude a conhecer melhor a Deus e a sua Palavra, a Bíblia.