26 setembro, 2012

Como podemos hoje seguir as orientações de Deus




Vivemos em tempos críticos.
As Escrituras Sagradas garantem-nos que estes são os últimos dias do sistema corrupto deste mundo.
Muito em breve Deus intervirá para eliminar os perversos, e ele fará da Terra um paraíso, que era seu propósito original.
Mas o que espera de nós?
Podemos aprender de exemplos passados.
Em vez de agir como Adão e Eva, temos de obedecer a Deus e resistir ao Diabo.
Devemos seguir os exemplos de Enoque e de Noé, que corajosa e destemidamente tomaram o lado de Deus e proclamaram a Sua mensagem apesar da oposição da maioria das pessoas.
Abraão também teve coragem de seguir o Deus verdadeiro e de ser diferente de seu pai, que havia adorado a ídolos.
Como Abraão, temos de demonstrar fé por meio de ações, e empenhar-nos em seguir as orientações de Deus, mesmo a custo de muitos sacrifícios de nossa parte. Isso é necessário para obtermos a aprovação de Deus.
No entanto, exige-se mais.
É preciso também exercer fé no sacrifício de resgate de Jesus.
Deus amorosamente o enviou como “sacrifício propiciatório” pelos pecados do mundo inteiro. — 1 João 2:2.
Lembremo-nos sempre de que é Deus, não nós, quem determina o caminho da salvação.
Assim, se nos parece difícil ajustar os nossos conceitos ao conhecimento que adquirimos das Escrituras Sagradas, temos de entender que ganhar a aprovação de Deus deve ser a coisa mais importante para nós.
Deus está disposto a nos ajudar, se o buscarmos em oração sincera e com desejo genuíno de agradá-lo. — Salmo 143:10, 11.
Sem demora, portanto, aja para se certificar de que você tem conhecimento exato sobre Deus, seus propósitos e seus requisitos.
Jesus orou a Deus:
“Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3)
No entanto, não podemos adquirir esse conhecimento sem recorrer às orientações de Deus nos seus livros.
E, depois disso, temos de nos esforçar em aplicar o que aprendemos, para nos tornar “cumpridores da palavra e não apenas ouvintes”. — Tiago 1:22-25.

11 setembro, 2012

O que é a fé verdadeira?





“SEM FÉ É IMPOSSÍVEL AGRADAR-LHE BEM, POIS AQUELE QUE SE APROXIMA DE DEUS TEM DE CRER QUE ELE EXISTE E QUE SE TORNA O RECOMPENSADOR DOS QUE SERIAMENTE O BUSCAM.” — HEBREUS 11:6.

O que é fé?
Para alguns a fé é uma crença religiosa em Deus sem provas sólidas da Sua existência. H. L. Mencken, jornalista americano, definiu fé como “a crença ilógica na ocorrência do improvável”.
Será que é esta a fé descrita na Bíblia?
É vital entendermos bem o que a fé é, pois segundo as palavras citadas acima, ‘sem fé é impossível agradar a Deus’.
A Bíblia diz: “A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos.” (Hebreus 11:1, A Bíblia na Linguagem de Hoje)
A fé, portanto, tem base no conhecimento exato, em fatos nos quais podemos nos apoiar a fim de tomarmos decisões corretas. Só a crença não basta, é preciso haver uma razão para crer.
A título de ilustração: você tem um amigo em quem confia. Pode contar com ele, sabe que é uma pessoa de palavra e que, quando você tiver um problema, ele não o abandonará. É claro que você não encara assim uma pessoa que conheceu há um ou dois dias, mas sim alguém que repetidas vezes já mostrou ser de confiança e de palavra. Com a fé religiosa acontece a mesma coisa: ela deve produzir esperança e convicção alicerçadas em evidência sólida e confiável.

Muitas vezes a palavra fé é empregada quando na realidade se deveria empregar credulidade, uma prontidão para se acreditar em coisas sem base ou fundamento.
A credulidade com freqüência se alicerça em bases instáveis como as emoções e as superstições. A credulidade não é igual à fé visto que não tem um fundamento confiável.
A credulidade pode nos fazer tirar conclusões precipitadas que não estão em harmonia com a verdade bíblica. É por isso que a Bíblia nos adverte contra a fé sem fundamento: “Qualquer inexperiente põe fé em cada palavra, mas o argucioso considera os seus passos.” (Provérbios 14:15)
O apóstolo Paulo escreveu: “Certificai-vos de todas as coisas; apegai-vos ao que é excelente.” (1 Tessalonicenses 5:21) A Bíblia é a favor da fé baseada em evidências e não da credulidade.

Distinguir entre a fé verdadeira e a credulidade não é tão simples assim.
A pessoa pode ser religiosa e não ter a fé verdadeira.
Paulo observou: “A fé não é propriedade de todos.” (2 Tessalonicenses 3:2)
Mas existem pessoas que têm essa fé baseada na Bíblia e ela tem efeito na vida delas.
A fé verdadeira vincula o homem a Deus
Pode-se dizer que a fé é uma corrente formada de elos de confiança que vinculam o homem a Deus.
Como nós não nascemos com a fé verdadeira, precisamos cultivá-la.
Como?
A Bíblia explica: “A fé segue à coisa ouvida. Por sua vez, a coisa ouvida vem por intermédio da palavra acerca de Cristo.” — Romanos 10:17.
Isso significa que você precisa dedicar tempo para conhecer a Deus e os ensinos de seu Filho, Jesus Cristo.
Adquirir esse conhecimento exige esforço. (Provérbios 2:1-9)
Você deve empenhar-se para descobrir o que a Bíblia diz a fim de se convencer de que ela é confiável.

A fé verdadeira, contudo, não se limita apenas a se ter conhecimento ou a se crer que algo é verdade.
O coração, a fonte das motivações, também está envolvido. Romanos 10:10 diz: “Com o coração se exerce fé.” Como assim?
Ao meditar nas coisas referentes a Deus e aumentar o seu apreço por elas, você permite que a mensagem da Bíblia penetre bem fundo no coração. A sua fé cresce e fica mais forte à medida que as promessas de Deus o motivam e você vê as bênçãos Dele. — 2 Tessalonicenses 1:3.

A fé verdadeira é certamente uma preciosidade! Ela nos ajuda a confiar em Deus ao enfrentarmos situações difíceis, a confiar na sua capacidade de guiar nossos passos e a acreditar na sua disposição de cuidar das nossas necessidades.
Além do mais, Jesus Cristo, o Filho de Deus, apontou para um benefício duradouro da fé: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” (João 3:16)
Vida eterna — que presente maravilhoso para os que têm fé!
Ter fé na promessa de Deus de recompensar seus servos nos dá uma nova perspectiva para a vida.
Hebreus 11:6 diz que a fé verdadeira envolve a crença na capacidade de Deus de recompensar os “que seriamente o buscam”.
Está bem claro, portanto, que a fé verdadeira não é credulidade e é muito mais do que apenas acreditar que Deus existe. Envolve aceitar o fato de que Deus tem a capacidade de recompensar os que seriamente o buscam.
Você quer de coração conhecer a Deus?
Se a resposta for sim, então adquira conhecimento exato da Palavra Dele, a Bíblia, e a sua fé será recompensada. — Colossenses 1:9, 10.

10 setembro, 2012

VIVEMOS NOS ÚLTIMOS DIAS?





As expressões “últimos dias” e “tempo do fim” são usadas há séculos. (2 Timóteo 3:1; Daniel 12:4)
Ao responder à pergunta sobre “o sinal da [sua] presença e da terminação do sistema”, Jesus Cristo falou sobre “o fim”. (Mateus 24:3-42) 
Parece que tanto Daniel como Jesus se referiam a um término — uma mudança dramática que afetaria todas as pessoas que já viveram em nosso planeta. Daniel escreveu sobre o fim de todos os governos humanos. Jesus falou sobre “a terminação do sistema”.
Devemos nos preocupar com isso? É claro que sim. 
Todos os humanos deveriam se preocupar, pois todos estão envolvidos. 
Mesmo assim, muitas pessoas tratam esse assunto com indiferença. 
A Bíblia predisse: “Nos últimos dias virão ridicularizadores com os seus escárnios, procedendo segundo os seus próprios desejos e dizendo: ‘Onde está essa prometida presença dele? Ora, desde o dia em que os nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da criação.’” (2 Pedro 3:3, 4) De fato, algumas pessoas hoje acham que a História vem se repetindo e que a vida como a conhecemos continuará assim para sempre.
Assim, embora o momento exato do fim deste “sistema” não tenha sido revelado a nós, “o sinal” que Jesus deu nos ajuda a identificar o período que a Bíblia chama de “últimos dias”. (2 Timóteo 3:1) É uma época para ‘manter-se desperto’ a fim de que ‘sejamos bem-sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer’. — Lucas 21:36.
Jesus disse como poderíamos identificar os últimos dias: “Nação se levantará contra nação e reino contra reino; e haverá grandes terremotos, e, num lugar após outro, pestilências e escassez de víveres; e haverá vistas aterrorizantes e grandes sinais do céu.” (Lucas 21:10, 11) 
Jesus também disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mateus 24:14) 
Jesus pregou o Reino de Deus. Ele falou de um tempo em que as nações e os povos seriam julgados. Avisou que haveria uma tribulação maior do que qualquer outra que já tivesse ocorrido. E deu um sinal composto para indicar quando o mundo como o conhecemos estaria chegando ao fim. — Mateus 9:35; Marcos 13:19; Lucas 21:7-11; João 12:31.
Os acontecimentos mencionados por Jesus — guerras, terremotos, epidemias, falta de alimentos — não seriam novidade. Eles têm acontecido desde o início da história humana. A diferença é que todos eles ocorreriam no mesmo período.
Mas a Bíblia declara: “[Deus] fundou a terra sobre os seus lugares estabelecidos; não será abalada, por tempo indefinido ou para todo o sempre.” (Salmo 104:5) 
Com certeza, o Criador da Terra também pode sustentar a existência dela. Na realidade, ele “a formou . . . para ser habitada”. (Isaías 45:18) 
Mas não para ser habitada por humanos perversos, sujeitos à morte. 
Deus fixou um tempo para a restauração de seu domínio por meio do Reino mencionado em Daniel 2:44.
Ao falar do tempo do fim, Jesus incentivou seus discípulos a adotar um conceito positivo. Depois de falar sobre o sofrimento, a ansiedade e o medo que prevaleceriam durante a grande tribulação, ele disse: “Quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” (Lucas 21:28) Livramento do quê?
O apóstolo Pedro resumiu tudo isso muito bem: “Há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes há de morar a justiça.” (2 Pedro 3:13) 
Para haver justiça na Terra inteira, será preciso remover todas as pessoas que poderiam interferir nessas condições. Também será necessário fazer o mesmo com as nações de hoje, responsáveis por tantos conflitos e tanto derramamento de sangue na busca egoísta de seus interesses. 
Todos os governos humanos serão substituídos pelo Reino de Deus, nas mãos de Cristo. 
A respeito desse governo, recebemos a garantia: “Da abundância do domínio principesco e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer firmemente e para o amparar por meio do juízo e por meio da justiça, desde agora e por tempo indefinido. 
O próprio zelo de Jeová dos exércitos fará isso.” — Isaías 9:7.

Quando o Reino de Deus governar toda a Terra, seus súditos não estarão divididos por política, raça, religião ou fronteiras demarcadas num mapa.
Em vez disso, formarão uma fraternidade mundial unida pela verdade espiritual e pelo amor genuíno. (João 13:34, 35; 17:3, 17) De fato, sob o governo do Reino, “florescerá o justo” e haverá “abundância de paz até que não haja mais lua”. — Salmo 72:7.
Além disso, o Reino de Deus levará os humanos obedientes à perfeição mental e física, eliminando todas as doenças, o sofrimento e a morte. (Revelação [Apocalipse] 21:3, 4)
O resultado? Nosso planeta será um paraíso em todos os sentidos, cumprindo assim o propósito original de Deus declarado no Éden. — Gênesis 1:28.
Você pode ter a esperança de presenciar isso, pois a Bíblia garante que a “vontade [de Deus] é que toda sorte de homens sejam salvos e venham a ter um conhecimento exato da verdade”. (1 Timóteo 2:4) 
Não demore a agir. Absorva o conhecimento que significa vida eterna. (João 17:3)